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28/06/2011 - 09h31

Canadá e outros países proíbem uso de bisfenol-A em mamadeiras

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REINALDO JOSÉ LOPES
EDITOR DE CIÊNCIA E SAÚDE

Há muitas propostas sobre o possível efeito do bisfenol-A sobre animais e humanos, mas poucas certezas, por enquanto.

Piracicaba é primeira cidade do Brasil a proibir o bisfenol-A
Usado em plásticos, bisfenol-A altera comportamento de roedores

Um dos grandes temores é ambiental: há estudos mostrando que a molécula pode atrapalhar a reprodução e o desenvolvimento de organismos aquáticos, como peixes e crustáceos.

Em tese, quedas populacionais bruscas desses bichos poderiam acabar ocorrendo.

Em humanos, a grande preocupação envolve bebês e crianças, já que bagunçar os hormônios sexuais impediria o desenvolvimento correto das características típicas de homens e mulheres, e mesmo a fertilidade.

Oficialmente, a maioria dos países, a exemplo do Brasil, afirma que já há um controle adequado dos níveis da substância para evitar esses riscos.

Contudo, países como o Canadá já baniram a fabricação e a venda de mamadeiras com bisfenol.

 

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