Publicidade
Publicidade
Cargueiro russo que iria para a ISS se espatifa no chão
Publicidade
SALVADOR NOGUEIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Um cargueiro russo lançado na quarta-feira em direção da ISS (Estação Espacial Internacional, na sigla em inglês) se espatifou no chão, sem chegar a entrar em órbita. Mais do que desperdiçar cerca de três toneladas de suprimentos, o fracasso coloca em risco o futuro imediato do complexo orbital.
Desde a aposentadoria dos ônibus espaciais americanos, no mês passado, a única forma de acesso tripulado à ISS são as espaçonaves russas Soyuz. O cargueiro Progress M-12M perdido é basicamente o mesmo veículo, só que sem espaço para cosmonautas.
Após perda de satélite, Rússia suspende lançamento de foguetes
O fracasso ocorreu por uma falha no terceiro estágio do foguete que levaria a nave à órbita. É quase o mesmo foguete que impulsiona as Soyuz (a próxima deve ser lançada no mês que vem).
Com a falha, os russos terão de investigar o problema antes de realizar outro lançamento. Em entrevista coletiva, o gerente do programa da ISS na Nasa, Mike Suffredini, disse que o problema impactará futuros voos.
"O Soyuz-FG [foguete com tripulação] e o Soyuz-U [cargueiro] têm designs similares para o terceiro estágio, então deve haver um impacto no lançamento tripulado de 22 de setembro", disse.
TAMANHO DO PREJUÍZO
O tamanho do impacto só será conhecido com a investigação. Segundo Suffredini, há a possibilidade de estender a permanência da atual tripulação em até 50 dias.
Mas, se a próxima Soyuz demorar mais que isso para subir, metade da atual tripulação terá de descer. Uma evacuação completa, deixando o complexo sem ninguém, o que não acontece desde 2000, é improvável.
Atualmente, há seis pessoas na ISS: três russos, dois americanos e um japonês.
Sabe-se que o início do voo foi normal, com uma bela decolagem no cosmódromo de Baikonur, Cazaquistão.
Mas, cinco minutos depois da partida, uma anomalia levou ao desligamento dos motores. Sem velocidade para entrar em órbita, o veículo se espatifou em solo russo, numa região desabitada.
+ canais
- Acompanhe o blog Laboratório
- Acompanhe a Folha Ciência no Twitter
- Acompanhe a Folha no Twitter
- Conheça a página da Folha no Facebook
+ notícias sobre espaço
- Nasa começa a testar o primeiro humanoide do espaço
- Cientistas conseguem estudar explosão solar antes dela ocorrer
- Galáxias se fundindo formam ponto de exclamação no espaço
+ notícias em ciência
- Brasileiro compra livro e não lê; ouça
- 'Pilhar, matar, destruir'; guia expõe segredos de 'Diablo 3'
- Covardia é o pior dos vícios, diz Pondé
- Leia trecho de 'O Filtro Invisível: O que a Internet Está Escondendo de Você'
- Inglês e mais 7 línguas em lições de 15 min, com livro e CD. Desconto de 30%!
- Dicionário Houaiss de R$ 269,00 por R$ 193,00
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Cães modernos parecem pouco com seus ancestrais
- Nasa conta 4.700 asteroides potencialmente perigosos para a Terra
- Britânicos indicam SP como a 45ª melhor cidade para estudar
- Primeira cápsula privada de abastecimento da ISS é lançada
- Eclipse forma 'anel de fogo' e é visto na Ásia e América do Norte; veja
+ Comentadas
- Análise de DNA reforça elo entre humanos e gorilas
- Brasil é acusado de atrasar construção de megatelescópio
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.








Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV