Publicidade

 

Publicidade

 

PUBLICIDADE

 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
05/10/2011 - 14h36

Nobel de Física faz palestra normalmente depois de receber prêmio

Publicidade

 

DE SÃO PAULO

Um dos ganhadores do Nobel de Física, Brian Schmidt seguiu com sua rotina acadêmica um dia depois de ser anunciado como laureado do maior reconhecimento em estudos científicos.

Schmidt participou nesta quarta-feira de uma palestra na Universidade Nacional Australiana, em Canberra.

Nobel de Química vai para pesquisador israelense
Trio vence Nobel de Física por pesquisa sobre expansão do Universo
Trio de pesquisadores do sistema imunológico vence Nobel de Medicina
Vencedor do Nobel morreu três dias antes de prêmio ser anunciado
Fundação confirma Nobel de Medicina para pesquisador morto
Ig Nobel premia profetas do Apocalipse; veja outros ganhadores

Lukas Coch/Reuters
Um dos ganhadores do Nobel de Física, Brian Schmidt chega à Universidade Nacional Australiana para palestra
Um dos ganhadores do Nobel de Física, Brian Schmidt chega à Universidade Nacional Australiana para palestra

O cientista dividirá a premiação no valor de R$ 2,8 milhões com os também americanos Saul Perlmutter e Adam Riess, que possui a cidadania australiana, pela descoberta da expansão acelerada do Universo por meio de observações de supernovas distantes.

Ao ser anunciado como um dos ganhadores do Nobel de Física, Schmidt comentou durante uma teleconferência. "Estou me sentindo como quando meus filhos nasceram. Meus joelhos estão tremendo. Essa última meia hora [desde que soube que venceu], tem sido muito emocionante", disse ele por telefone da Austrália.

Apesar de figurar entre um dos nomes favoritos, o pesquisador disse não esperar o prêmio. "Era algo que as pessoas as vezes mencionavam, mas eu não esperava."

A descoberta da expansão acelerada do Universo foi possível através da observação de um tipo muito especial de supernova: a supernova Ia.

Trata-se da explosão de uma estrela muito antiga e compacta, tão pesada quanto o Sol, mas de tamanho relativamente pequeno, como o da Terra. Uma única supernova pode emitir, durante algumas semanas, tanta luz quanto uma galáxia inteira.

Dois grupos que estudaram o mesmo assunto e chegaram aos mesmos resultados trabalharam de forma independente.

Um deles foi chefiado por Perlmutter, 52, da Universidade da Califórnia, e o outro por Schmidt, 44, da Universidade Nacional da Austrália, mas com participação crucial de Riess, 42, da Universidade Johns Hopkins.

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade