Publicidade

 

Publicidade

 

PUBLICIDADE

 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
17/01/2012 - 07h00

Sete obras do arquiteto Vilanova Artigas ganham proteção

Publicidade

 

VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

Sete obras do arquiteto modernista Vilanova Artigas (1915-1985) foram protegidas nesta segunda-feira (16) pelo Condephaat (patrimônio histórico estadual).

Embora natural de Curitiba (PR), Artigas foi um dos mais importantes arquitetos do movimento que ficou conhecido como escola paulista de arquitetura.

Na segunda-feira (16), as duas casas construídas pelo arquiteto para moradia própria no bairro do Campo Belo, na zona sul de São Paulo, tiveram processo de tombamento aberto.

Com isso, ambos os imóveis, construídos em um mesmo terreno (em 1942 e em 1949), ficam protegidos contra intervenções até que se decida pela proteção definitiva.

Gabo Morales/Folhapress
Fachada de casa projetada pelo arquiteto João Batista Vilanova Artigas na zona oeste de São Paulo
Fachada de casa projetada pelo arquiteto João Batista Vilanova Artigas na zona oeste de São Paulo

Sobre a importância dessas casas, o Condephaat cita a liberdade do arquiteto "ao propor moradias com fluidez dos ambientes e jogo de volumes e superfícies", além de "romper dogmas e se afastar das influências dos fundadores da arquitetura moderna Le Corbusier e Frank Lloyd Wright".

Mais dois imóveis ficaram provisoriamente protegidos ontem. Outra casa, no bairro do Pacaembu (zona oeste), conhecida como residência Rio Branco Paranhos (de 1943), e o Santa Paula Iate Clube, que já era tombado pela prefeitura.

O Iate Clube, construído em 1976, apresenta características da arquitetura brutalista, com grandes vãos livres e estruturas de concreto armado, a exemplo do edifício da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo), da USP, projeto bastante conhecido de Artigas, tombado desde 1982 pelo Condephaat.

PROTEÇÃO DEFINITIVA

Também ontem, três edifícios projetados por Artigas foram definitivamente tombados. O ginásio do município de Guarulhos (de 1961), a rodoviária da cidade paulista de Jaú (1975) e a escola estadual Conceiçãozinha (1976), no Guarujá.

O edifício Louveira, em Higienópolis (centro), outra obra muito divulgada do arquiteto, já havia sido tombado em 1992.

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade