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29/01/2012 - 09h56

Vítimas criticam indefinição sobre escombros no Rio

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DE SÃO PAULO

Pessoas que tinham escritórios nos três prédios que desabaram no Rio temem perder objetos valiosos que ficaram nos escombros. Os órgãos públicos envolvidos na remoção dos destroços não sabem informar quando os interessados poderão acessar os escombros e tentar recuperar algo.

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As informações são de reportagem de Diana Brito, Paula Bianchi, Antonio Gois e Eduardo Geraque, publicada na edição deste domingo da Folha. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Preocupado com os objetos de seu consultório, o dentista Antônio Molinário foi ontem até o depósito onde os destroços estão sendo depositados, mas não conseguiu entrar para ver se havia algo seu lá.

O engenheiro Jayme Buarque de Holanda também está preocupado em resgatar ao menos parte do acervo do Instituto Nacional de Eficiência Energética, que ele dirige. A ONG ocupava o oitavo andar do edifício Colombo.

Daniel Marenco/Folhapress
Bombeiros e máquinas retiram escombros de prédios no centro do Rio à procura de vítimas; veja imagens
Bombeiros e máquinas retiram escombros de prédios no centro do Rio à procura de vítimas; veja imagens

DESABAMENTO

Os três prédios localizados ao lado do Theatro Municipal desabaram por volta das 20h30 de quarta-feira (25). Os edifícios tinham 18 (Liberdade), 10 (Colombo) e 4 andares. O teatro não foi atingido, mas seu anexo, onde funciona a bilheteria, sofreu danos por causa dos escombros.

Até a noite de ontem, a Prefeitura do Rio contabilizava 17 mortes e cinco desaparecidos. O trabalho de retirada dos entulhos do local do desabamento continua e deve terminar hoje.

 

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