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03/02/2012 - 08h36

Av. Faria Lima vai ganhar ciclovia de 2 km na zona oeste de SP

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VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

A avenida Faria Lima, na zona oeste de São Paulo, vai ganhar quase dois quilômetros de ciclovia em seu canteiro central até o final do primeiro semestre deste ano.

Outro trecho de ciclovia já havia sido implantado na via em 1996, mas foi obstruído ao longo dos anos.

A nova obra faz parte do licenciamento ambiental prévio da operação urbana Faria Lima, que exigia vias exclusivas de bicicletas para diminuir o impacto ambiental da construção de mais prédios na região, um dos objetivos da operação Faria Lima.

Em 2008, a proposta da prefeitura era, no entanto, implantar uma ciclovia com 9,3 km, que fizesse a ligação entre a Ceagesp e a região do Shopping Morumbi.

A verba de R$ 8,6 milhões liberada ontem prevê a construção da faixa exclusiva apenas da rua dos Pinheiros, próximo à estação Faria Lima do metrô, à avenida Cidade Jardim.

Editoria de Arte/Folhapress

Enquanto isso, a operação Faria Lima tem hoje R$ 739 milhões em caixa. Esse dinheiro foi obtido pela prefeitura com a venda, para incorporadoras, do direito de construir prédios na região além do limite básico dos terrenos.

Segundo cicloativistas, a antiga via para bicicletas ficou parcialmente inutilizada após a construção de pontos de ônibus na avenida. Hoje, diz William Cruz, apenas um trecho de menos de 1 km ainda é viável para pedalar, e está em condições precárias.

Cruz comemora a construção da nova ciclovia. "A Faria Lima é uma via plana, que liga diversos bairros. Mas é importante que haja acessos porque nem todo ciclista quer ir de uma ponta a outra." Ele lamenta, no entanto, que o projeto ainda não seja totalmente implantado.

MAIS PRÉDIOS

A prefeitura não respondeu porque o traçado original não será todo construído.

Em dezembro do ano passado, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) conseguiu aprovar na Câmara Municipal um projeto liberando a construção do dobro de prédios previstos na lei que havia sido aprovada em 2004 (a primeira versão é de 1995).

Com recursos da operação, o largo da Batata recebeu obras de revitalização, mas até hoje a construção das moradias populares previstas não ocorreram, critica o vereador Chico Macena (PT).

 

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