Publicidade

 

Publicidade

 

PUBLICIDADE

 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
05/02/2012 - 21h23

Jovem que defendeu mendigo recebeu 63 pinos de titânio no rosto

Publicidade

 

DO RIO

O jovem Vítor Suarez Cunha, 21, vítima de agressão na madrugada da última quinta-feira (2) ao defender um mendigo, passou por uma complexa cirurgia para reconstrução da face neste domingo. Ele recebeu 63 pinos de titânio, 8 placas e uma tela para consolidar as fraturas provocadas por socos e chutes.

Paulo Alvadia/Ag. O Dia
Vitor Suarez Cunha, que foi agredido ao tentar defender um mendigo
Vitor Cunha, que foi agredido ao tentar defender um mendigo

O rapaz está no CTI (Centro de Terapia Intensiva) do Hospital Santa Maria Madalena, na Ilha do Governador, na zona norte do Rio de Janeiro. A cirurgia durou quatro horas e foi realizada por Leonardo Peral e Silvério Paiva. Ambos são especialistas em traumatologia bucomaxilofacial.

Segundo Peral, o jovem passa bem e não deve ficar com sequelas graves. Só ficou no CTI, diz, porque a movimentação da família era muito grande e ele precisava repousar. O jovem deve ficar no hospital até terça-feira, quando está prevista a alta.

O especialista disse que Vítor teve fraturas "complexas" nas regiões da testa, do nariz e do maxilar. É possível que ele fique com a movimentação do olho comprometida, já que sofreu uma fratura na área do globo ocular. Mas só após duas semanas, diz, é que será possível avaliar se haverá tal sequela, após os edemas e hematomas desaparecerem.

Os acusados pela agressão, Tadeu Assad Farelli Ferreira, 20, e William Bonfim Nobre Freitas, 23, foram presos na noite de sexta-feira na Ilha do Governador.

Um terceiro suspeito, identificado como Rafael Zanini Maiolino, 18, permanece foragido.

Os dois presos foram transferidos para a Polinter, no Grajaú, na zona norte da cidade, depois de prestarem depoimento na 37º DP (Ilha do Governador), onde o caso foi registrado.

De acordo com a assessoria da Polícia Civil, os jovens presos tiveram a prisão preventiva decretada, pois são acusados de tentativa de homicídio qualificado. A validade da prisão preventiva é de 30 dias.

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade