Publicidade

 

Publicidade

 

PUBLICIDADE

 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
07/02/2012 - 19h12

Taxa de homicídios no RJ caiu 11% em 2011, diz secretaria

Publicidade

 

DO RIO

A taxa de homicídios no Rio de Janeiro no ano passado teve queda de 11% comparada a 2010. É o segundo ano consecutivo de redução, chegando a 26,5 casos por cem mil habitantes, de acordo com dados da Secretaria de Segurança a partir de boletins de ocorrência registrados em todo o Estado.

Os números oficiais apontam ainda para redução na taxa de mortes em confronto com a polícia (41%), roubos de rua (16%) e latrocínio (24,4%). Todos os três são considerados índices estratégicos pelo governo e tiveram as metas alcançadas.

Houve, porém, alta em outros registros não priorizados pelo Estado, como "saidinha de banco" (roubo logo após saque em banco) e estelionato.

Para o subsecretário de Planejamento e Integração Operacional, Roberto Sá, trata-se de "migração" de criminosos que atuavam com roubos fugindo da atuação policial.

"Infelizmente o criminoso não se torna trabalhador da noite para o dia. É um tentativa de migrar de modalidade de crime. Uma vez percebida esse aumento, faremos ações preventivas. Polícia nenhuma no mundo consegue antecipar todos os crimes", disse Sá.

Ele atribuiu a redução nos homicídios às UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) e ao sistema de metas por alcance de resultado.

Este é o primeiro resultado anual divulgado após o Estado ter sido questionado por falhas nos dados de homicídios produzidos pela Secretaria de Saúde, que usa outra fonte (certidões de óbito).

Sá afirmou que a base de dados é "fidedigna". Para a secretaria, a base de dados errada é da Saúde o que, para o governo, não compromete a confiabilidade dos dados criminais da Secretaria de Segurança.

Apesar disso, Sá comemorou o estudo "Mapa da Violência", do Instituto Sangari, que aponta a saída do Rio da segunda pior posição das taxas de homicídios nacionais para o 17º lugar. O levantamento tem como base os dados da Saúde. Questionado sobre este fato, o subsecretário afirmou: "Não sei que base ele tomou. Mas os números estão próximos".

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade