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19/09/2012 - 07h52

Viaduto sobre favela incendiada é parcialmente liberado em SP

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DE SÃO PAULO

O viaduto Engenheiro Orlando Murgel, no centro de São Paulo, foi parcialmente liberado na manhã desta quarta-feira. Ele estava bloqueado desde a manhã da última segunda (17), quando um incêndio atingiu parte da favela do Moinho, que fica sob o viaduto. Uma pessoa morreu e um suspeito de começar o fogo foi preso.

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A pista sentido bairro foi liberada, mas apenas para carros. Veículos considerados pesados ainda não podem passar pelo local. Além disso, durante as manhãs a via terá duas das três faixas operando no sentido centro e uma no sentido bairro. Já à tarde serão duas faixas no sentido bairro e uma no sentido centro.

Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a velocidade máxima permitida no viaduto também foi reduzida para 40 km/h por medida de segurança. A passagem de pedestres também permanecerá impedida, já que os guarda-corpos foram danificados no incêndio.

A pista sentido centro do viaduto foi mais afetada pelo incêndio e permanecerá bloqueada. Segundo a prefeitura, a empresa que vai executar as obras no viaduto já foi contratada em caráter de emergência. Agentes de trânsito estarão no local para orientar os motoristas.

As 17 linhas de ônibus que foram desviadas após o incêndio permanecerão fazendo caminhos alternativos.

INCÊNDIO

O fogo na favela começou por volta das 7h de segunda e deixou cerca de 300 desabrigados. Segundo a Secretaria de Habitação, eles foram cadastrados para receber auxílio-aluguel. Foram distribuídos no local 277 colchões e cobertores, e 94 cestas básicas e kits de higiene.

A favela, localizada na rua Doutor Elias Chaves, já havia sofrido um incêndio no dia 23 de dezembro de 2011, quando 407 das 815 famílias que viviam no local tiveram suas casas destruídas. Segundo a prefeitura, 392 destas famílias aceitaram o receber o auxílio-aluguel.

O benefício será pago até que as famílias sejam encaminhadas a uma unidade habitacional definitiva. A prefeitura diz que essas famílias terão prioridade para receber um dos 1.267 apartamentos de um empreendimento em fase de construção próximo à ponte dos Remédios, na zona oeste.

 

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