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Evaristo Carvalho (1932-2014) - Fez história no samba paulistano

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Do palanque da rádio América, o radialista e sambista paulistano Evaristo Carvalho observava os foliões que avançavam pela rua durante o Carnaval de 1963. Na locução, começou a ressaltar as características daquele grupo: jovem e cheio de alegria.

Foi por causa dessas palavras que o bloco das Mariposas passou a se chamar Mocidade Alegre, a escola de samba campeã do Carnaval de São Paulo do ano passado.

A participação de Evaristo não está apenas na origem dessa agremiação. A história do samba paulistano passa um tanto por suas mãos.

O radialista estava presente, no fim dos anos 1960, na famosa reunião com o prefeito Faria Lima que formatou o desfile das escolas de São Paulo nos mesmos moldes do que já acontecia no Rio.

Não à toa o nome de Evaristo figura entre os integrantes homenageados da Academia dos Baluartes do Samba, fundada em 2008. Tinha bom trânsito entre as escolas.

Durante a vida, teve a sorte de aproximar duas das suas grandes paixões: trabalhou em muitas rádios com programas dedicados ao samba.

"Rede Nacional do Samba", na 105 FM, reuniu aficionados em boa música por mais de 20 anos. Tocava nomes consagrados, mas também tentava ajudar os novos.

Escreveu ainda peças de teatro, teve uma pequena gravadora e produziu músicos. Curiosamente, nunca aprendeu a tocar instrumentos.

Viúvo, foi casado durante três décadas com Dinorá. Não deixou filhos. Morreu aos 82, de infecção generalizada, na madrugada de terça-feira, a poucos dias do Carnaval.

coluna.obituario@uol.com.br

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