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PM promete prender e punir com rigor criminosos que atacaram Rota e oficial em SP
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COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A Polícia Militar informou que está investigando os ataques ao comandante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar), tenente-coronel Paulo Telhada, e ao batalhão da corporação, ocorridos neste final de semana, e que concentra todos os esforços para prender os responsáveis.
Governador descarta ação do PCC
Dez carros são incendiados em bairros da zona leste de SP
Homem é morto depois de atirar contra batalhão da Rota
Comandante da Rota diz que anotou placa do carro
Tenente-coronel da Rota sofre atentado, se finge de morto e reage em SP
"A PM esclarece que de forma conjunta as demais Instituições e órgãos de segurança pública prosseguem com as investigações para o completo esclarecimento dos disparos efetuados", afirmou, em nota divulgada neste domingo.
De acordo com a PM, os criminosos serão punidos com rigor. "As investigações estão em andamento para a prisão dos responsáveis e todos os esforços estão direcionados para que sejam localizados e punidos com rigor na forma da lei".
Na madrugada deste domingo, um homem foi morto a tiros por policiais da Rota após atirar contra o batalhão da corporação, na Luz (centro). Segundo informações da polícia, dois homens que estavam em um veículo preto atiraram contra o quartel assim que o carro que trafegava pela avenida Tiradentes, entrou na rua João Teodoro, esquina onde fica o batalhão.
Um deles teria saído do veículo e continuou a atirar contra os policiais do batalhão que haviam ido até o local verificar a origem dos tiros. Os policiais revidaram e atingiram um criminoso, que morreu no hospital. Outro suspeito, que dirigia o carro, fugiu.
O comandante da Rota também sofreu um atentado na manhã de ontem quando saía de sua casa. Um carro cinza com dois homens parou em frente ao seu veículo e disparou cerca de dez tiros. O oficial se escondeu agachado no carro e não foi atingido. Ninguém foi preso até a manhã deste domingo.
Ainda na madrugada deste domingo, dez veículos foram incendiados em sete bairros da zona leste de São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada para combater as chamas entre a 0h e as 3h40. Os casos foram registrados em nos bairros Vila Carrão, Itaquera, Jardim Helena, Arthur Alvim, Cidade AE Carvalho, Lajeado e Vila Aimoré.
Apesar dos ataques ocorreram em menos de 24 horas, o governador não vê ligação entre os casos. Alberto Goldman (PSDB) descarta que as ações sejam coordenadas por uma facção criminosa. Ele afirmou que o Estado está preparado para possíveis ataques e que não acredita que se repitam os ataques de 2006.
2006
Na primeira onda de atentados do PCC (Primeiro Comando da Capital) aconteceu entre os dias 12 e 19 de maio, com 373 ataques que mataram 43 pessoas. Na ocasião, os principais alvos foram policiais e agentes penitenciários. Depois disso, o PCC promoveu outras duas séries, em julho e agosto.
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