Publicidade

 

Publicidade

 

PUBLICIDADE

 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
09/08/2010 - 15h10

Sindicatos do setor aéreo minimizam possibilidade de paralisação

Publicidade

 

TATIANA SANTIAGO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Os sindicatos que defendem os trabalhadores do setor aéreo minimizaram nesta segunda-feira a possibilidade de paralisação da categoria na próxima sexta (13). As declarações foram feitas antes da audiência de mediação com a companhia aérea Gol convocada pelo Ministério Público do Trabalho.

Veja imagens das filas nos aeroportos
Anac recebeu 520 denúncias trabalhistas contra a Gol
Sindicato quer mudança em escala de tripulantes
Passageiro de voo atrasado pode registrar queixa na Anac

"Eu entendo que não há a menor hipótese de paralisação, pois existe uma legislação para fazer greve. Há todo um processo de negociação. Mesmo que as pessoas queiram fazer o sindicato não pode aceitar", afirmou Gelson Fochesato, presidente do sindicato dos aeronautas em São Paulo.

Ele ainda afirmou que a Gol assumiu a responsabilidade de "consertar o que estava errado" em relação ao excesso de horas trabalhadas e, por isso, foi obrigada a cancelar vários voos na semana passada, para retomar as escalas dentro da legislação trabalhista. Ao todo, foram registrados atrasos em 736 voos domésticos da empresa atrasados e e outros 159 foram cancelados entre os dias 2 e 4 de agosto.

"Na verdade, isso [a paralisação] foi um ato espontâneo dos trabalhadores. Essa atitude é para chamar a atenção da empresa. Ela não pode continuar a tratar os trabalhadores da forma que está fazendo", afirmou Selma Balbino, presidente do sindicato dos aeroviários.

Segundo ela a categoria quer equiparação salarial entre funcionários que operam em terminais pequenos e terminais maiores. Querem ainda o fim do assedio moral e maior contribuição da empresa no pagamento do plano de saúde.

A audiência de hoje foi convocada pelo Ministério Público do Trabalho em São Paulo. "Tem uma discussão nacional sobre o assunto já, veremos se podemos resolver por aqui com o diálogo entre as partes para que a sociedade não sofra com uma possível paralisação. E, caso haja, paralisação, que haja garantia do mínimo de funcionamento", afirmou a procuradora Laura Martins Maia de Andrade à Folha.

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade