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23/08/2010 - 17h55

Umidade do ar chega a 17% em SP; não há previsão de chuva

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COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A umidade relativa do ar na cidade de São Paulo chegou aos 17% por volta das 17h desta segunda-feira, de acordo com medição do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) na estação do mirante Santana (zona norte). Com o ar seco, a cidade permanece em estado de alerta, decretado pela Defesa Civil municipal.

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De acordo com o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), da prefeitura, a umidade deve subir um pouco no fim da tarde, em razão da queda de temperatura, deixando a condição do ar mais agradável. Apesar disso, o tempo continua seco durante a semana. Segundo o CGE, não há previsão de chuvas até o próximo dia 29. As temperaturas devem continuar altas e umidade relativa do ar baixa.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), índices de umidade relativa do ar inferiores a 30% caracterizam estado de atenção; de 20% a 12%, estado de alerta; e abaixo de 12%, estado de alerta máximo. Os principais efeitos da baixa umidade são secura na garganta e nos olhos e problemas respiratórios.

RECOMENDAÇÕES

Enquanto permanece o estado de alerta, a Defesa Civil recomenda que a população evite atividades ao ar livre e exposição ao sol nos horários mais críticos (entre as 10h e as 17h), não pratique exercícios das 11h às 15h, e aconselha a ingestão de bastante líquidos para evitar desidratação.

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O órgão alerta ainda que a baixa umidade aumenta as chances de incêndio em pastagens e florestas e pede às pessoas que não coloquem fogo em terrenos baldios e vegetação seca.

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De acordo com a Defesa Civil, a não adoção das medidas preventivas pode provocar:

  1. Dores de cabeça e irritação nos olhos, nariz, garganta ou na pele;
  2. Aumento do risco de transmissão de doenças respiratórias;
  3. Aumento do risco de desidratação;
  4. Garganta seca, voz rouca, inclusive com possibilidade de inflamação da faringe;
  5. Rompimento de vasos do nariz, provocando sangramento;
  6. Maior facilidade de se contrair conjuntivite viral, alérgica e síndrome do olho seco;
  7. Aumento da pressão arterial, arritmia cardíaca e infartos (principalmente em quem já tem problemas cardiovasculares).

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Apu Gomes/Folhapress
Pessoas caminham perto da represa Billings na zona sul de SP; umidade relativa do ar chegou aos 17% nesta tarde
Pessoas caminham perto da represa Billings, na zona sul de SP; umidade relativa do ar chegou aos 17%
 

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