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08/01/2011 - 08h13

Craqueiros se espalham pela região do Campo Belo, na zona sul de SP

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DE SÃO PAULO

"A cracolândia anda. Não adianta maquiar o minhocão." A frase pichada em muro perto do elevado Costa e Silva, na região central de São Paulo, ilustra bem o que acontece na cidade, segundo reportagem de Afonso Benites publicada na edição deste sábado da Folha (íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Morador fecha rua para acabar com ponto de viciados

De acordo com o texto, enquanto os órgãos públicos investem para reduzir a massa de viciados na região central da cidade, grupos de usuários crescem e se espalham em outras regiões. Um dos maiores símbolos dessa proliferação é o Campo Belo, na zona sul, onde os craqueiros se espalham por áreas residenciais.

Os viciados começaram a chegar lá em pequenos grupos há quase dois anos, quando a polícia começou o cerco na região da Nova Luz, a cracolândia tradicional. Agora, chegam às dezenas e fixaram pontos de venda de drogas nas margens do córrego Água Espraiada, na avenida Roberto Marinho.

Zanone Fraissat/Folhapress
Usuários de crack na avenida Roberto Marinho, zona sul de SP; número de craqueiros tem aumentado na região
Usuários de crack na avenida Roberto Marinho, zona sul de SP; número de craqueiros tem aumentado na região
 

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