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03/10/2011 - 15h31

Secretaria vai investigar falha na linha 4 do metrô, diz Alckmin

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DE SÃO PAULO

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou que a Secretaria de Transportes Metropolitanos vai investigar a falha que atrasou em quase 4 horas o funcionamento da linha 4-amarela do metrô, na manhã desta segunda-feira.

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O governador disse que é cedo para dizer se haverá punição à Via Quatro, operadora da linha. "O rigor será absoluto, mas não devemos ser imprudentes de nos manifestar [se deverá haver punição à operadora da linha] antes de ter uma avaliação. A operadora tem o dever de ter um plano de contingenciamento e de comunicação. Prestar contas à sociedade é uma obrigação", disse.

Diego Padgurschi/Folhapress
Mulher olha cartaz que informava sobre paralisação na linha amarela; veja fotos
Mulher olha cartaz que informava sobre paralisação na linha amarela; veja fotos

A linha 4-amarela do metrô, que normalmente começa a operar às 4h40, foi aberta por volta das 8h20 desta segunda-feira após a falha que impediu a operação das seis estações que funcionam no trecho.

De acordo com a Via Quatro, responsável pela linha 4, o atraso ocorreu em decorrência de um problema no sistema de sinalização, que permite o trem --que é automatizado-- saber as rotas e paradas sem que haja alguém operando.

Com o problema, todas as seis estações da linha 4 --Butantã, Pinheiros, Faria Lima, Paulista, República e Luz-- ficaram fechadas até as 8h20.

Durante o problema, a SPTrans (empresa que gerencia o transporte coletivo em SP) colocou em circulação 12 ônibus para atender o trecho afetado e prolongou o itinerário da linha 8075/10 (Campo Limpo-Metrô Butantã). As alterações, no entanto, foram suspensas com o retorno da operação da linha 4.

A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) também estendeu o horário de pico da operação, com intervalos menores entre os trens.

 

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