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Casos de reação a Toddynho chegam a 29 no Rio Grande do Sul
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DE SÃO PAULO
A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul informou que o número de pessoas que passaram mal após ingerirem Toddynho chegou a 29, até as 16h desta terça-feira.
Há ocorrências em 12 municípios: Cachoeirinha (um caso), Canoas (dois casos), Caxias do Sul (três casos), Chiapetta (um caso), Erechim (dois casos), General Câmara (um caso), Gravataí (seis casos), Passo Fundo (um caso), Porto Alegre (nove casos), Rio Pardo (um caso), São Leopoldo (um caso) e Taquari (um caso).
O produto teve sua comercialização suspensa no Estado na última quinta-feira, depois que 12 consumidores relataram ter sofrido queimaduras na boca ao ingeri-lo.
Segundo a secretaria, análises feitas em laboratório apontam que o achocolatado estava com um índice de acidez considerado muito alto para um alimento. A secretaria divulgou a hipótese de a bebida ter resquícios de produtos de limpeza.
O órgão afirma que os casos de pessoas que passaram mal se referem também a produtos de outros lotes e por isso novas amostras estão sendo recolhidas.
A secretaria orienta a população a não consumir o achocolatado de qualquer lote.
A PepsiCo, empresa responsável pela produção do Toddynho, confirmou em nota na semana passada que 80 unidades de um lote do produto tiveram alteração. Segundo a fabricante, esse lote foi enviado somente ao Rio Grande do Sul.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), no entanto, classificou como suspeitos os lotes com data de vencimento em 19 de fevereiro de 2012.
A agência pediu ainda a inspeção na fábrica do Toddynho, em Guarulhos (Grande SP). Até o momento, nenhum problema com o produto foi registrado em São Paulo.
| Sidinei Lopes/Folhapress | ||
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| Crianças passam mal e fazem o governo do Rio Grande do Sul recolher achocolatado Toddynho no Estado |
OUTRO LADO
A PepsiCo, responsável pela marca Toddynho, afirma que apenas um lote (de número L4 32), enviado ao Rio Grande do Sul, está com problemas de fabricação.
Questionada sobre o surgimento de novos casos de ferimentos no Estado, conforme nota da Secretaria da Saúde, a empresa reafirmou que só 80 unidades do achocolatado estavam com alterações.
A PepsiCo não informou se fez inspeções em sua fábrica para evitar novos problemas no produto. Em comunicado divulgado na sexta, a empresa dizia que possui "rigoroso controle de qualidade".
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