Publicidade
Publicidade
Polícia descarta que irmãos mortos em Jaú (SP) brigavam por herança
Publicidade
ARARIPE CASTILHO
DE RIBEIRÃO PRETO
A Polícia Civil ouviu nesta quinta-feira o depoimento do advogado João Batista de Miranda Prado Neto, irmão das três pessoas mortas no último domingo em Jaú (2), e descartou a hipótese de briga pela divisão dos bens da família que carrega um dos sobrenomes mais tradicionais do Estado de São Paulo, os Almeida Prado.
Segundo o delegado responsável pela investigação do caso, Euclides Salviato, o advogado afirmou que os irmãos não vinham discutindo a partilha da herança, conforme se suspeitava, e que a quantidade de bens que poderiam ser herdados não é tão expressiva como chegou-se a acreditar.
"Ele [João Batista] disse que os bens já haviam sido divididos quando o pai morreu e que, agora, restava basicamente a casa onde a mãe e os três irmãos mortos moravam, mas é um imóvel comum, não tem nada de luxuoso ou extraordinário", contou o delegado.
A tragédia envolvendo a família Almeida Prado aconteceu no final da tarde de domingo, quando o bancário aposentado Francisco Miranda de Almeida Prado, 59, chegou à casa e, com dois tiros de um revolver 38, matou as irmãs Ana Cecília, 60, e Ana Carolina, 66, e em seguida se suicidou com um disparo na cabeça.
Ainda de acordo com o depoimento de João Batista, a mãe das vítimas, a aposentada Anna Pacheco de Almeida Prado, 89, não chegou a ver toda a tragédia.
Segundo a polícia, o advogado disse que ela estava em casa no momento do crime, mas em um cômodo diferente.
Com problemas de audição, conforme o filho, ela ouviu um barulho e, ainda sem saber que eram tiros, encontrou os três filhos caídos e a arma próxima ao corpo de Francisco.
João Batista repetiu que Anna Pacheco, assustada, tirou o revolver de perto do filho e "escondeu" na cozinha, perto da geladeira.
MISTÉRIO
Para o delegado, a motivação para Francisco matar as irmãs e depois se suicidar é um mistério que o aposentado "levou com ele".
De acordo com Salviato, João Batista também disse não ver motivos para o crime, já que a família vivia bem e sem histórico de brigas.
O advogado chegou a comentar que Francisco tinha o hábito de beber, mas não era um alcoólatra nem sofria de depressão.
No posto de gasolina onde o ex-bancário teria bebido antes de voltar para casa no domingo, a polícia apurou que ele apenas passou pelo local para "cumprimentar amigos".
A polícia agora aguarda laudos de exames nos corpos e na arma do crime. Confirmadas as suspeitas levantadas até agora, o caso deve ser encerrado.
+ Canais
+ Notícias em Cotidiano
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Hopi Hari deverá indenizar família agredida por funcionário
- Criminosos levam cachorro de morador durante arrastão em SP
- Juristas aprovam pena 4 vezes maior para quem maltratar animais
- Cantor Pedro Leonardo passa bem após ser transferido da UTI
- Síndico e operários são indiciados por desabamento de prédio no Rio
+ Comentadas
- Comissão aprova projeto que torna legal casamento homossexual
- Prefeitura de São Paulo vai criar hospital público para cães e gatos
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.








Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV