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18/12/2012 - 06h55

Documentário foca no setor 2.5 e conta com 'crowdfunding' para finalização

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TATIANE RIBEIRO
DE SÃO PAULO

"Felizmente há muita gente reconhecendo que há maneiras de desenvolver negócios em que o principal objetivo não é só ter lucratividade financeira". A frase de Randall Kempner, diretor-executivo da Aspen Network of Development Entrepreneurs (ANDE), uma rede global de organizações que impulsionam empreendedorismo em mercados emergentes, é uma das principais mensagens que norteiam o documentário "Entre Mundos", que trata exclusivamente do desenvolvimento dos negócios sociais.

Em fase de finalização, para ser lançado em meados de 2013, no Brasil, a produção partiu do interesse de três jovens estudantes de administração pública em espalhar, para o maior número de pessoas, histórias pouco divulgadas sobre como negócios lucrativos podem também ser meios efetivos de transformação social.

"Queríamos mostrar algumas das soluções criativas e inovadoras de empreendedores que lucram mas também ajudam a acabar com a pobreza", conta Nina Valentina, uma das idealizadoras do projeto.

Em 2006, junto com os colegas de classe, Antônio Moraes Neto e Fernando Mistura, Nina começou a escrever o projeto que contou com a parceira da produtora Talk Filmes para desenvolvimento do roteiro.

O documentário, filmado na Índia, Brasil e México, parte da história de três mulheres que vivem na base da pirâmide e foram beneficiadas por negócios sociais. "Há uma interface entre uma mulher de baixa renda e um mega empresário do setor da saúde, assim como existe entre o segundo e terceiro setor", diz Nina.

"Entendemos que as organizações sociais precisam encontrar novas estratégias de gerar receita, ao mesmo tempo que os negócios precisam aprender com as organizações como causar mais impacto social. São esses dois mundos que juntamos no filme."

Para realizar o projeto, orçado em R$ 1,5 milhões, os idealizadores buscaram apoio da Ancine (Agência Nacional de Cinema ) e do Proac (Programação Cultural). Agora, na reta final, precisam de R$ 250 mil que pretendem captar via financiamento colaborativo.

"Lançamos no site uma campanha de 'crowdfunding' onde os interessados em ajudar podem contribuir e ainda recebem um recibo de captação para anexar no Imposto de Renda e usar como benefício fiscal", conta Nina.

Além disso, quem patrocinar terá o seu nome nos créditos finais do filme, ganhará uma cópia digitalizada e ingresso para a estreia.


 
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