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20/01/2012 - 11h39

Um em cada 33 mil pacientes cardíacos morre durante ato sexual

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DA EFE

A prática sexual é segura para a maioria dos pacientes, mesmo que conste um ataque cardíaco ou uma cirurgia no histórico médico. A afirmação é de um estudo feito por especialistas americanos, divulgado nesta semana.

A pesquisa ressalta que menos de 1% dos ataques cardíacos são provocados pela atividade sexual. Essa porcentagem cai ainda mais quando a pessoa faz exercícios com regularidade.

Segundo o relatório, que é da AHA (Associação do Coração Americana, as chances de um sobrevivente de ataque cardíaco ter outro e morrer durante o ato sexual são de um entre 33 mil.

Se o paciente conseguir caminhar sem problemas e subir dois lances de escadas sem ter dor no peito, fraqueza ou um ritmo cardíaco anormal, isto significa que está pronto para voltar a ter relações sexuais, diz o texto.

Os autores acrescentam que todos os pacientes devem fazer uma consulta a seus médicos antes de voltarem à atividade sexual.

Os especialistas da AHA aconselham, no entanto, que os sobreviventes de um ataque cardíaco esperem pelo menos uma semana antes de retomarem a atividade sexual e que aqueles que passaram por uma cirurgia aguardem entre seis e oito semanas.

 

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