Publicidade
Publicidade
ONG pressiona governo contra "junk food"
Publicidade
MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO
Representante do Instituto Alana (ONG de defesa dos direitos da criança) entregou ontem ao secretário estadual da Casa Civil, Edson Aparecido, um abaixo-assinado pedindo que o governador Geraldo Alckmin aprove dois projetos de lei que dizem respeito ao consumo infantil.
Um dos projetos prevê a proibição da veiculação de anúncios de alimentos "pobres em nutrientes e com alto teor de açúcar, gorduras saturadas ou sódio no rádio e na TV", entre as 6h e as 21h.
O outro proíbe a venda de alimentos com brindes, como refeições infantis com brinquedos das redes de fast food.
| Silva Junior/Folhapress | ||
![]() |
||
| Secretário Edson Aparecido (à esq) recebe assinaturas de Lucas Pretti, do Change.org (à dir) |
No Palácio dos Bandeirantes estavam Pedro Hartung, assessor do Alana, e representantes do site Change.org, plataforma mundial de abaixo-assinados usado para coletar as 12.500 assinaturas em prol da sanção dos dois projetos de lei.
O objetivo era entregar o documento diretamente ao governador, mas o grupo só foi recebido pelo secretário.
Alckmin tem até terça-feira para decidir se aprova ou veta os projetos. Segundo Aparecido, o parecer da equipe técnica deve ficar pronto na segunda-feira, mas não é possível prever o resultado.
"A equipe técnica ouve todo mundo, e tem que ter uma análise constitucional, jurídica. Colocamos toda a equipe para analisar, ver o que aconteceu em outros Estados e países. O mais importante é que o governo se abriu pra debater a matéria", afirmou.
Hartung, do Alana, diz ter esperança de que o governador se sensibilize com as assinaturas. "É uma briga de interesses, mas esperamos que o interesse da criança seja colocado em primeiro lugar."
Rafael Sampaio, vice-presidente-executivo da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes), afirma, porém, que o projeto sobre publicidade dirigida a crianças é inconstitucional porque a competência de legislar sobre a publicidade é da União.
"Em todo o mundo, a solução é a autorregulação com o mínimo de legislação para aqueles que não cumprem. E aqui já existe um volume baixo de publicidade para crianças. Temos um problema de obesidade para resolver, mas não é dessa maneira, não vejo esse clamor popular."
+ canais
+ Livraria
- Veja algumas dicas de 'Aumente a Capacidade da Sua Memória'
- Psiquiatra propõe campanha antibullying; 20% dos alunos são agredidos
- Juíza expõe tática usada para confundir investigação de paternidade
- Nos últimos 150 anos, já tentaram de tudo para a 'cura' gay, diz livro
- Neurocirurgião conta sua experiência de quase morte
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Fotógrafa obesa registra olhares críticos que atrai pelas ruas
- Estudo mostra o efeito da felicidade na saúde física
- Saiba mais sobre spams no estilo 'aumente seu pênis'
- Mulheres publicam fotos íntimas na rede em reação à estética pornô
- Aluna de 13 anos de colégio particular denuncia assédio sexual praticado por colegas
+ Comentadas
- Fotógrafa obesa registra olhares críticos que atrai pelas ruas
- Saiba mais sobre spams no estilo 'aumente seu pênis'
+ EnviadasÍndice











