Publicidade
Publicidade
Procuradoria entra na Justiça para reduzir índice de cesarianas no país
Publicidade
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O Ministério Público Federal em São Paulo entrou com ação civil pública para que a Justiça condene a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) a criar um regulamentação dos serviços obstétricos realizados por planos de saúde privados no Brasil.
O objetivo do ministério é diminuir ou evitar a realização de cirurgias cesarianas desnecessárias. Estudos mostram que o procedimento oferece maiores riscos às mães e ao feto em comparação ao parto normal.
A regulamentação deve determinar que os de planos de saúde privados forneçam aos seus clientes os percentuais de cesarianas e partos normais executados pelos obstetras e hospitais remunerados no ano anterior ao questionamento.
No documento, a ANS também deve definir um modelo de partograma e estabelecê-lo como documento obrigatório a ser utilizado em todos os nascimentos, como condição para remuneração.
Além disso, o texto deve determinar a utilização do cartão da gestante como documento obrigatório e criar indicadores e notas de qualificação para as operadoras e hospitais específicos, para reduzir do número de cesarianas.
A Procuradoria pede que a regulamentação a ser estabelecida obrigue os planos e hospitais a credenciar e possibilitar a atuação dos enfermeiros obstétricos no acompanhamento de trabalho de parto e do parto propriamente dito.
Por fim, o documento deve estabelecer que a remuneração dos honorários médicos a serem pagos pelos planos de saúde seja proporcional e significativamente superior para o parto normal em relação à cesariana, em valor a ser definido pela ANS.
Após três anos de debate, a ação surge para proteger os direitos dos consumidores dos planos de saúde privados e permitir que eles tenham toda informação necessária sobre a prestação de serviços médicos obstétricos.
Assim, as gestantes terão melhores condições de nascimento de seus filhos pelo parto normal e evita-se a realização de cirurgias cesarianas contra a vontade da mãe ou sem que haja uma indicação médica prévia para tal operação.
+ Notícias relacionadas
- EUA ampliam indicações para parto normal
- Cesáreas representam 57% dos partos em SP
- Maioria das cesáreas é marcada para antes da hora no Brasil
+ notícias em equilíbrio e saúde
- 'Eu Mexi no Seu Queijo' subverte a lógica da autoajuda
- 'Freud, me tira dessa!'; autora confessa paixonite por terapeuta
- Autora fala sobre a busca pela 'metade ideal' em tempos de internet
- Livro conta o que você não quer saber sobre sexo; veja
- Inglês e mais 7 línguas em lições de 15 min, com livro e CD. Desconto de 30%!
- Dicionário Houaiss de R$ 269,00 por R$ 193,00
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Prepare sopas funcionais indicadas por nutricionistas
- Mortalidade materna no Brasil tem queda recorde de 21% em um ano
- Noivas fazem de tudo para entrar no vestido, até 'dieta da sonda'
- Suplemento de cálcio dobra risco de sofrer infarto, diz pesquisa
- Geriatras atacam uso de antioxidante e hormônio contra envelhecimento
+ Comentadas
- Estudo reafirma relação entre parto por cesárea e obesidade infantil
- Entre latino-americanos, Brasil é o 3º em consumo de álcool
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.








Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV