Saltar para o conteúdo principal

Publicidade

Publicidade

 
 
  Siga a Folha de S.Paulo no Twitter
16/03/2011 - 08h25

"Fui 'encoleirada' quando pequena e sobrevivi", conta repórter

Publicidade

LUISA ALCANTARA E SILVA
DE SÃO PAULO

Orlando, 1988. Eu com seis anos, dois irmãos mais velhos e meus pais.

Coleira para crianças inspira olhares críticos e reflexões

Em um dos parques, abracei a perna de um homem. Olhei para cima: "Hum, não é meu pai". Olhei para o lado: "Cadê meu pai?". E então: "Perdi meu pai". Mas, não, minha família estava por perto.

Para que eu não me perdesse mesmo, minha mãe comprou a tal coleira, que ligava a minha calça à dela.

Uma tia que viajava com a gente achou aquilo "absurdo", contou a minha mãe. Mas ela disse que não estava nem aí, porque ficava mais tranquila.

Não me lembro de me sentir mal. O que é uma coleira para uma criança enlouquecida em Orlando?

Hoje, mesmo não sendo mãe, entendo as que se valem do acessório. Se reduz a preocupação, por que não?

+ Livraria

 

Publicidade

Publicidade

Publicidade


 

Voltar ao topo da página