Publicidade

 

Publicidade

 

PUBLICIDADE

 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
03/06/2011 - 10h34

Atendimento psicológico na internet começou em 1997

Publicidade

 

DE SÃO PAULO

Em 1995, quando a internet ainda começava a chegar às residências no Brasil, foi aberto o NPPI (Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática), da PUC-SP.

Psicólogos discutem regras para orientação pela internet
Orientação pela internet não tem garantia de sigilo

A proposta inicial era tentar entender o "fenômeno da internet", segundo a psicóloga Rosa Farah, coordenadora do núcleo.

Mas, quando a homepage do NPPI foi ao ar, as pessoas começaram a mandar e-mails, espontaneamente, pedindo ajuda psicológica.

Em 1997, foram apenas 14 e-mails. Em 2009, esse número chegou a 293.

"Na época, o conselho federal nem estava preocupado com isso. Só se interessaram quando mais especialistas começaram a oferecer terapia on-line."

Farah conta que os membros do núcleo não sabiam como lidar com essa nova demanda. "Simplesmente ignorar não seria correto, mas não havia metodologia e formato apropriados."

Ela e outros psicólogos entraram em contato com o conselho e chegaram a um modelo: dar acolhimento a esses pedidos por e-mail, com orientações, mas sem entrar no âmbito da psicoterapia.

"A proposta não é substituir a psicoterapia, mas suprir uma lacuna dentro das limitações do formato."

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade