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Candidatos - Governador

Zé Maranhão

PMDB - número 15

Nome completo: José Targino Maranhão

Coligação: Paraíba Unida (PRB / PP / PT / PTB / PMDB / PSL / PSC / PR / PHS / PMN / PC do B / PT do B)

Data de nascimento: 06/09/1933

Sexo: Masculino

Estado: Paraíba

Estado civil: Casado

Grau de instrução declarado: Superior Completo

Ocupação declarada: Governador

Bens declarados na Justiça Eleitoral

R$ 7,4 milhões (40 bens):

- Ações da Companhia Nordestina de Alimentos (R$ 3,5 milhões)
- Uma propriedade rural (R$ 1,5 milhão)
- Outros 38 bens

No arquivo da Folha

  • (30/10/06) - Votação para governador

    Paraíba (100,00% dos votos apurados)
    Cássio - PSDB - 1.003.102 - 47,04%
    Zé Maranhão - PMDB - 950.269 - 44,56%
    Brancos - 23.981 - 1,12%
    Nulos - 155.244 - 7,28%

  • (2/10/06)

    Em uma das disputas mais acirradas do país, a Paraíba terá segundo turno na eleição para governador do Estado.
    Encerrada a apuração, o resultado foi que Cássio Cunha Lima (PSDB), 43, ainda teve chance de ser reeleito no primeiro turno, mas obteve 49,67% dos votos válidos.
    "Faltou uma 'peinha' de nada, como se diz aqui na Paraíba. Agora, vamos trabalhar para repetir a vitória no segundo turno de 2002", disse Cunha Lima. Seu oponente, José Maranhão, 73, (PMDB) teve 48,74% dos votos válidos.
    A diferença entre o primeiro e o segundo colocado foi de cerca de 17 mil votos. "Para mim, trata-se de uma vitória, pois conseguimos levar as eleições para o segundo turno", disse o candidato José Maranhão. Segundo Maranhão, no segundo turno, sua campanha deve focar nas propostas de governo que "pretendem tirar a Paraíba do imobilismo".

  • (30/10/06)

    O governador Cássio Cunha Lima (PSDB), 43, venceu o segundo turno das eleições na Paraíba, com 51,35% dos votos válidos, e terá mais quatro anos para governar o Estado. O tucano derrotou o adversário José Maranhão (PMDB), 73. Com 100% das urnas apuradas, às 21h15, o governador reeleito obteve 1.003.102 votos, 52.333 a mais do que o oponente, que totalizou 950.269.

  • (4/8/07)

    O senador José Maranhão (PMDB), provável sucessor do governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), que teve o mandato cassado pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral), também responde a processos que podem levar à perda do cargo no Senado. Maranhão ficou em segundo lugar nas eleições de 2006. Responde a pelo menos 12 processos nove no TRE e três no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a maioria por uso indevido de meio de comunicação. Cunha Lima fica no cargo ao menos até o julgamento de recurso no TSE.

  • (20/8/07)

    O Senado contratou, de 2003 a 2007, ao menos 35 parentes de senadores, segundo levantamento feito pela Folha nos boletins de pessoal editados no período. Mulheres, filhos, sobrinhos e primos de 19 senadores foram acomodados em cargos de livre provimento, que não necessitam de concurso. Houve pelo menos um caso de nepotismo cruzado: o senador José Maranhão (PMDB-PB) contratou um sobrinho do colega Garibaldi Alves (PMDB-RN) que, em troca, admitiu uma sobrinha de Maranhão.

  • (30/10/07)

    Nome preferido de Renan Calheiros (PMDB-AL) para sucedê-lo na Presidência do Senado, José Maranhão (PMDB-PB) tem muitos pontos em comum com seu colega de partido. Teve uma expressiva evolução patrimonial nos últimos oito anos, é suspeito de ter uma rádio em nome de terceiros e declarou um rebanho de 28.290 cabeças de gado. Em 1998, Maranhão enviou à Justiça Eleitoral a relação de bens informada à Receita Federal, com patrimônio total de R$ 2,156 milhões. Na relação não havia informações sobre bois. Na eleição seguinte, em 2002, ele repetiu o procedimento, enviando à Justiça Eleitoral a relação de bens de seu IR pessoa física, com salto no patrimônio para R$ 6,421 milhões _outra vez, sem incluir gado. No ano passado, em vez de enviar a declaração do IR, Maranhão encaminhou à Justiça Eleitoral uma relação de bens sem registro no fisco, com patrimônio de R$ 7,475 milhões, mais 28.290 bois, aos quais o senador atribuiu valor zero. Numa conta conservadora, com o boi ao preço médio de R$ 610 por cabeça (com base em tabela do Portal de Negócios Pecuário DBO), o patrimônio de Maranhão teria um acréscimo de R$ 17,256 milhões, subindo para cerca de R$ 24,731 milhões. Segundo a Andar, levando-se em conta o preço de R$ 986 por cabeça de gado, os bens do senador subiriam para R$ 35,369 milhões. Maranhão afirmou que ele sempre declarou à Receita seu rebanho de gado, mas não na relação de bens, e sim num anexo de produtor rural. O senador tem pendências com o fisco, conforme consulta pública ao site da Receita.

  • (19/8/08)

    O senador José Maranhão (PMDB-PB) vai receber 450 salários mínimos por ter sido cassado pela ditadura militar. Seu processo foi aprovado pela Comissão de Anistia.

  • (21/11/08)

    O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) confirmou ontem à noite a cassação do mandato do governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), e o do vice José Lacerda (DEM), por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2006. Eles haviam sido condenados pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) da Paraíba em 31 de julho de 2007, mas Cunha Lima ficou no cargo amparado por uma liminar concedida pelo TSE, que foi anulada ontem. Ele terá que deixar o cargo assim que o acórdão do julgamento for publicado no "Diário da Justiça", ainda sem data estimada. O TSE decidiu que o candidato derrotado no segundo turno, José Maranhão (PMDB), deve assumir o mandato do governador. Maranhão, que é senador, afirmou ontem que pretende renunciar ao cargo para assumir o governo estadual, após a publicação do acórdão. "Nós estamos recebendo essa decisão do TSE como um resgate de uma eleição que nós tínhamos ganho e que foi usurpada pelo adversário", declarou.

  • (28/11/08)

    O TSE (Tribunal Federal Eleitoral) voltou atrás na noite de ontem e decidiu, por 5 votos a 2, que o governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), poderá permanecer no cargo até o julgamento dos recursos apresentados no tribunal. Inicialmente, assim que a decisão fosse publicada, o segundo colocado das eleições, senador José Maranhão (PMDB), deveria tomar posse. Na quarta-feira passada, os advogados de Cunha Lima entraram com uma ação cautelar no TSE para que ele pudesse esperar pelo julgamento dos recursos no cargo.

  • (18/2/09)

    Por unanimidade, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) confirmou a cassação do governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), e de seu vice, José Lacerda Neto (DEM), ao rejeitar os recursos apresentados pela defesa.
    Por cinco votos contrários e dois favoráveis, o TSE refutou também o pedido de Cunha Lima e correligionários para que, confirmada a cassação, fossem convocadas novas eleições. Às 21h10, o presidente do tribunal, Carlos Ayres Britto, informou que o governo da Paraíba deveria ser assumido pelo segundo colocado nas eleições de 2006, senador José Maranhão (PMDB). Mas o entendimento não foi pacífico, diante dos questionamentos de advogados presentes na sessão.

  • (18/2/09)

    Enquanto ainda comemorava ontem o resultado do julgamento do TSE, José Maranhão (PMDB) afirmou que vai renunciar ao seu mandato de senador ainda hoje para assumir o governo da Paraíba. Ele admite que terá dificuldades para contar com o apoio da maioria da Assembleia Legislativa, cujo presidente, Arthur da Cunha Lima (PSDB), é primo do governador cassado Cássio Cunha Lima (PSDB). "Renuncio amanhã [hoje] e volto imediatamente para João Pessoa", disse. "Vou fazer um apelo aos deputados estaduais para promovermos uma união entre todos os paraibanos", afirmou, ao ser questionado sobre a falta de apoio na Assembleia. Especificamente sobre Arthur da Cunha Lima, Maranhão resumiu: "Com esse é claro que eu não vou poder contar". O PT deverá ser seu principal aliado. "Devo convidar o PT para fazer parte do meu governo, assim como o PSB e o PRB", disse. Maranhão criticou a demora do julgamento, cuja primeira decisão foi tomada em 2007. Ele preferiu não adiantar quais medidas irá tomar, mas ressaltou "que é preciso retomar obras" e "fazer aplicação correta do repasse da área de saúde".

  • (20/02/09)

    O novo governador da Paraíba, José Maranhão (PMDB), empossou ontem parte do seu secretariado e nomeou entre seus principais auxiliares pessoas que se envolveram diretamente no processo de cassação do mandato de seu antecessor, Cássio Cunha Lima (PSDB).

  • (4/6/10)

    Na Paraíba, os tucanos enfrentam nova crise após a divulgação da última pesquisa Ibope, que aponta reeleição de José Maranhão (PMDB), com 48%, contra 36% de Ricardo Coutinho (PSB).


 
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