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13/12/2012 - 22h00

Na delegacia, jogadores do Tigre não citam ameaça por arma de fogo

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FÁBIO LEITE
DE SÃO PAULO

Os três jogadores do Tigre que prestaram depoimento à polícia na madrugada desta quinta-feira (13), na capital paulista, não citaram a suposta ameaça por arma de fogo que teriam sofrido durante a briga com seguranças do São Paulo.

Logo após a confusão, no intervalo da partida que deu o título da Copa Sul-Americana ao tricolor paulista, os atletas disseram ainda no vestiário que havia um funcionário são-paulino armado. O clube nega.

Embora não tenham dito à delegada Margarete Barreto na Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), a versão foi repetida na chegada à Argentina para a imprensa local.

A delegada instaurou inquérito para apurar o caso e disse que tanto os argentinos quanto os seguranças do Sâo Paulo disseram ter sido vítimas de agressões físicas.

Por conta da briga no intervalo, os jogadores do Tigre não retornaram para o segundo tempo da partida. O time paulista vencia por 2 a 0 antes do árbitro decretar o fim do jogo após os 45 minutos iniciais.

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