Publicidade

 

Publicidade

 

PUBLICIDADE

 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
03/04/2011 - 17h55

Palmeiras vence e mantém liderança e tabu contra o Santos

Publicidade

 

DE SÃO PAULO

Atualizado às 20h32.

Com gol de Kléber, o Palmeiras venceu o Santos por 1 a 0, neste domingo, na Vila Belmiro, e se manteve na liderança do Campeonato Paulista.

Após vitória em clássico, Scolari elogia defesa e Kléber
Neymar é xingado de mercenário e se diz magoado
Veja como foi o jogo

Ricardo Nogueira/Folhapress
Kléber (ir.,) disputa bola com Neymar (esq.) na Vila Belmiro
Kléber (dir.) disputa bola com Neymar (esq.) na Vila Belmiro

O gol do camisa 30 foi marcado aos 34min do segundo tempo e aumentou o tabu contra os santistas --que não ganham do rival alviverde a seis jogos.

Com o resultado, o time de Luis Felipe Scolari chegou aos 38 pontos e abriu quatro de vantagem para o rival da Vila Belmiro --que é apenas o quatro colocado.

Com as voltas de Elano e Neymar --que desfalcaram o Santos nos dois últimos confrontos do time no Campeonato Paulista, o técnico Marcelo Martelotte pode escalar seu quarteto ofensivo titular.

Vídeo

Ao lado dos selecionáveis, Martelotte escalou Paulo Henrique Ganso e Zé Love. A principal ausência para o clássico, porém, estava no banco. Maikon Leite --que já tem pré-contrato assinado com o Palmeiras e deve se apresentar à nova equipe em Junho, foi cortado horas antes do jogo.

Entre os considerados titulares, o Santos novamente não pode contar com Jonathan e Araouca --contundidos.

Já Luis Felipe Scolari teve os desfalques de Marcos e Valdivia para o clássico da Vila. O treinador palmeirense, que contou com Lincoln e Patrik no meio de campo, voltou a preterir o esquema com três atacantes pelo 4-4-2.

Antes do jogo, os jogadores do Santos entraram com uma faixa com os dizerem 'Todos contra o Racismo' em uma clara referência ao episódio em que uma banana foi atirada no gramado do Emirates Stadium.

Os brasileiros reclamaram preconceito racial e os escoceses pediram uma retratação do santista ou da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) após o adolescente alemão que havia atirado a fruta no gramado declarar que o gesto não teve motivação racista.

O Palmeiras, por sua vez, entrou em campo com uma camisa comemorativa aos oito títulos nacionais --quatro deles reconhecidos recentemente pela CBF. A camisa do time alviverde também fazia referência às conquistas com oito estrelas estampadas em baixo do escudo.

Na últimas rodadas dessa fase do Campeonato Paulista, o Palmeiras enfrenta o Grêmio Prudente em casa e a Ponte Preta fora.

Já o Santos visitará o Americana e fechará sua participação nessa fase da competição contra o Paulista --em jogo agendado para a Vila Belmiro.

Ricardo Nogueira/Folhapress
Neymar (Santos) e Thiago Heleno (Palmeiras) durante partida realizada na Vila Belmiro
Neymar (Santos) e Thiago Heleno (Palmeiras) durante partida realizada na Vila Belmiro

O JOGO

Com seis minutos de jogo, o Santos já havia reclamado de dois pênaltis em lances polêmicos.

No primeiro lance, Neymar deu belo lançamento para Elano --que cortou Rivaldo e caiu na área. Na segunda polêmica, o volante santista Danilo chutou e o zagueiro Danilo cortou com o braço --que estava rente ao seu corpo. Nas duas investidas do time da Vila Belmiro, o árbitro Vinicius Furlan mandou a partida seguir.

Os palmeirenses também tiveram do que reclamar no começo do jogo e o alvo foi Neymar. Após ser advertido com amarelo numa entrada dura em Kléber, o santista merecia o segundo cartão por acertar um tapa em Cicinho. O árbitro, porém, preferiu apenas advertir verbalmente o camisa 11.

Com a bola rolando, Ganso quase abriu o placar de cabeça. No lance, Neymar deu belo lançamento para Elano na direita. O meia cruzou e Paulo Henrique, desajeitado na pequena área, cabeceou pela linha de fundo.

Neymar apareceu novamente aos 34min, quando driblou três adversários e colocou para Zé Love dentro da área. O atacante conseguiu mandar para a área, mas Deola interceptou o cruzamento.

Aos 37min, Scolari surpreendeu e sacou Adriano Michael Jackson para a entrada de Luan. Como chovia na Vila Belmiro, a ideia do treinador era ganhar mais um jogador para arremates de fora da área.

Arte/Folhapress

Scolari queria chutes de longe e Marcos Assunção atendeu ao pedido treinador aos 40min. O volante chutou com perigo de fora da área e a bola chegou a triscar no travessão antes de sair pela assustou Rafael.

Na etapa complementar, logo aos 8min, Assunção acertou a trave novamente. Após falta dura de Leo em Kleber, o volante arriscou a cobrança direto e assustou o goleiro Rafael.

E a arbitragem voltou a ser protagonista do jogo, mas dessa vez foram os assistentes que criaram polêmicas em dois gols anulados.

Aos 15min, Ganso deixou Danilo na cara do gol e o volante marcou --mas o assistente assinalou impedimento milimétrico. Três minutos depois, Marcos Assunção cobrou falta na área e Thiago Heleno fez novo gol anulado.

O Santos voltou a ameaçar o Palmeiras fazendo o rival provar do próprio veneno. Em uma jogada de bola parada, Durval subiu livre na área para cabecear e Deola fez um milagre aos 29min.

No minuto seguinte, o Palmeiras respondeu e quase marcou com Rivaldo, após boa jogada de Luan pela esquerda.

A tentativa de Rivaldo era um presságio do que viria a acontecer na partida. Aos 34min, no mesmo lado esquerdo do campo, Patrik deu bom passe para Kléber, que invadiu a área e tocou com categoria para marcar o gol palmeirense.

Com a vantagem no placar, o Palmeiras conseguiu frear qualquer reação santista e se garantiu na liderança do Campeonato Paulista. Os palmeirenses só lamentaram o cartão amarelo tomado por Kléber já nos acréscimos do jogo --que o tira do jogo contra o Grêmio Prudente.

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade