Publicidade

 

Publicidade

 

PUBLICIDADE

 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
29/09/2011 - 21h01

Juvenal perde outra na Justiça; oposição pede intervenção no São Paulo

Publicidade

 

BERNARDO ITRI
DO PAINEL FC
RAFAEL REIS
DE SÃO PAULO

A polêmica sobre a legalidade do terceiro mandato consecutivo de Juvenal Juvêncio como presidente do São Paulo voltou à tona.

O desembargador Theodureto Camargo, da 8ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, decidiu nesta quinta-feira acatar ação da oposição que torna ilegal a eleição realizada em abril.

No pleito, o atual mandatário, amparado por recurso analisado pelo próprio desembargador, derrotou o oposicionista Edson Lapolla por 163 votos a 7. O resultado, porém, ficou sub judice.

Jorge Araújo-27.mai.2011/Folhapress
Juvenal Juvêncio fala ao celular durante treino do São Paulo no CCT da Barra Funda
Juvenal Juvêncio fala ao celular durante treino do São Paulo no CCT da Barra Funda

A nova decisão anula este recurso e, em tese, obriga que a reforma estatutária que permitiu ao presidente disputar sua segunda reeleição consecutiva seja aprovada pelos sócios, e não apenas pelo Conselho.

Segundo um dos líderes da situação, Carlos Miguel Aidar, o grupo pró-Juvenal irá recorrer da decisão, e não há risco de o presidente ser afastado. "A oposição está fazendo tempestade em um copo d'água", disse.

Não é o que pensa Lapolla. O candidato derrotado considera que a manutenção do mandatário é ilegal. E defende que o posto seja ocupado por um interventor ou pelo presidente do Conselho Deliberativo do clube, José Carlos Ferreira Alves, até uma nova eleição.

Em maio, o juiz Carlos Alberto de Campos Mendes, da 3ª Vara Cível de Pinheiros, já havia decidido que o resultado do pleito é ilegal.

ENTENDA O CASO

No dia 20 de abril, Juvenal, presidente do São Paulo desde 2006, foi eleito pela terceira vez, para mais três anos, para o cargo ao derrotar Lapolla.

Pelo regimento interno do clube, um mandatário pode disputar apenas uma reeleição. Mas a mudança estatutária sugerida pela situação e aprovada pelo conselho, decidiu desconsiderar o primeiro mandato do presidente, que aconteceu sob um estatuto diferente.

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade