Publicidade

 

Publicidade

 

PUBLICIDADE

 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
03/10/2011 - 14h20

Marcos cita frase de Muricy e aprova lei do silêncio

Publicidade

 

THIAGO BRAGA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Apesar das constantes crises internas que o Palmeiras vive, que obrigaram o técnico Luiz Felipe Scolari a adotar uma lei do silêncio, Marcos foi polido e não criticou a determinação do treinador. O goleiro citou ainda uma frase de Muricy Ramalho, hoje no Santos, para tentar amenizar a situação do clube.

Para o jogador, se não acabarem os conflitos internos o mais rápido possível, a situação só piorará para o ano que vem.

Zanone Fraissat-11.set.11/Folhapress
O goleiro Marcos, do Palmeiras
O goleiro Marcos, do Palmeiras

"Quando o time está perdendo, é normal as críticas depois. [Scolari] não proibiu de falar fora [do clube]. No momento em que estamos perdendo, tudo o que falar vai ser usado contra você. No Palmeiras, a gente se preocupa com um problema que aconteceu ontem, mas quando chega, já tem outro que você não estudou tanto. Essas coisas de sair te cansa. Sai que xinguei o Kleber, mas tenho de me explicar para o Kleber uma coisa que não fiz ou que foi dentro do vestiário. Atrapalha. O maior marketing é fazer melhor em campo. O momento é de tentar se unir e buscar motivação para terminar bem o campeonato", acrescentou.

"Acho ruim até para contratações futuras. Jogador que possivelmente o Palmeiras queira. Valdivia infelizmente teve sequência de lesões, mas todo mundo sabe qualidade dele. Kleber tem dor no joelho há bastante tempo e já fez muito sacrifício. Jogou com dor em Goiás. Sempre deixei claro que o Deola está em condição melhor que eu hoje. Para o Kleber e o Valdivia é difícil achar um substituto para eles. O momento é de se unir e trabalhar mais porque só sai de situação difícil com trabalho. Sempre uso frase do Muricy [Ramalho, hoje técnico do Santos]: 'Você tem que ganhar amigo. Se ganhar, ninguém fala que está errado'", disse arqueiro.

FELIPÃO X DIRIGENTE

Marcos garantiu que tudo o que sabe sobre a suposta briga entre Scolari e o vice de futebol, Roberto Frizzo, é pelo que lê nos jornais, ou vê em programas esportivos na TV.

Porém, pouco depois, o experiente goleiro deixou escapar um possível motivo para o descontentamento do treinador para com o dirigente.

"No meu ponto de vista, o principal motivo que o Felipão fica bravo, [é porque] talvez ele gostaria que o Frizzo fosse mais presente. Se jogador chegou atrasado, quem tem de cobrar é o clube. O Frizzo tem uma postura mais tranquila. E o Felipão é mais explosivo. Ele gostaria que o Frizzo fosse mais explosivo para cobrar jogador. Acho que isso é o que está pegando lá. Tentar mudar postura dos dois, para o Frizzo ser mais presente na cobrança. Semana passada ele [Frizzo] foi lá com presidente [Arnaldo Tirone]. Acho importante eles irem até diariamente [no Centro de Treinamento]. Até para o treinador se meter menos com isso", analisou.

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade