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Dilma diz que está 'tranquila' com os aeroportos em cidades-sedes da Copa

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A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que está "tranquila" em relação à situação dos aeroportos das 12 cidades que receberão a Copa do Mundo.

Ela disse que a ampliação de alguns aeroportos, sem especificar quais, não estão vinculados ao Mundial. Segundo Dilma, já seriam ampliados de qualquer modo. Obras mais ambiciosas de terminais de cidades como Belo Horizonte e Salvador só serão entregues após o Mundial.

Nesse sentido, sempre de acordo com Dilma, os aeroportos tal como estão agora têm, sim, condições de receber adequadamente os turistas que viajarão pelo país durante a Copa.

Em um jantar na segunda com jornalistas da área de esporte no Palácio da Alvorada, em virtude da proximidade da Copa do Mundo, ela falou ainda sobre racismo no futebol, protestos, as obras nos estádios e até sobre seu álbum de figurinhas das seleções da Copa.

ESTÁDIOS

Assim como Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, havia feito na semana passada, Dilma criticou o andamento das obras dos estádios que estão nas mãos da iniciativa privada. Estão nessa categoria três das 12 arenas que receberão a Copa: Itaquerão, em São Paulo, Arena da Baixada, em Curitiba, e Arena Pantanal, em Cuiabá.

Esses estádios ainda não estão completamente prontos e, portanto, não haverá tempo para que sejam devidamente testados antes do Mundial.

Logo após a ressalva, a presidente enfatizou a importância da participação do governo federal na construção ou na ampliação dos noves estádios já abertos ao público.

Em referência aos novos estádios de modo geral, a presidente acredita que serão bem utilizados após a Copa em resposta à crítica recorrente de que alguns deles podem se tornar "elefantes brancos". De acordo com ela, essas arenas atuarão como um espaço para lojas, bares e academias e ainda servirão como um centro de visitação para famílias.

PROTESTOS E SEGURANÇA

Ao comentar os protestos de junho de 2013, Dilma fez menção à repórter Giuliana Vallone, da Folha, que foi atingida por uma bala de borracha durante repressão policial a uma manifestação em São Paulo. Naquela ocasião, afirmou a presidente, os policiais "erraram a mão".

Dilma acredita ser possível agir com equilíbrio diante dos protestos. "Democracia não quer dizer barbárie, mas também não significa leniência", afirmou.

De acordo com ela, o forte esquema de segurança não permitirá que ocorram durante a Copa episódios como os de Salvador na Copa das Confederações, em que micro-ônibus da Fifa foram cercados e apedrejados por manifestantes. O hotel na capital baiana onde a delegação italiana estava hospedada também foi alvo de pedras jogadas pelas pessoas que protestavam.

A presidente afirmou não temer protestos aconteçam durante a Copa.

Nuno Guimarães/Efe
Dilma chuta bola observadas por trabalhadores na abertura da Arena das Dunas, em Natal
Dilma chuta bola observadas por trabalhadores na abertura da Arena das Dunas, em janeiro, em Natal
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