Desmatar é remédio para crise da comida, diz governador de MT
da Folha Online
O governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR-MT), defendeu o direito ao desmatamento --desde que não o ilegal-- como um mecanismo "inevitável" para enfrentar a crise global de alimentos, revela reportagem de Rodrigo Vargas publicada na Folha desta sexta (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Em entrevista à Folha, Maggi avaliou que será preciso encontrar uma "posição intermediária" que assegure o aumento da produção agrícola.
"Com o agravamento da crise de alimentos, chegará a hora em que será inevitável discutir se vamos preservar o ambiente do jeito que está ou se vamos produzir mais comida. E não há como produzir mais comida sem fazer a ocupação de novas áreas e a retirada de árvores."
O Mato Grosso é o Estado com mais municípios entre os líderes do desmatamento no país. Segundo levantamento do Ministério do Meio Ambiente, entre municípios com maior desmatamento de agosto a dezembro de 2007, sete dos dez primeiros colocados estavam no MT.
Segundo reportagem publicada em janeiro pela Folha, Maggi controla um quarto das 36 cidades apontadas pelo ministério como as campeãs do desmatamento.
Dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) mostram que a devastação está em ritmo acelerado, numa média de mais de 1.000 quilômetros quadrados por mês.
Um relatório do Bird (Banco Mundial) aponta que, entre 2000 e 2005, o Brasil desmatou um total de 31 mil km² de sua área florestal, o que colocou o país no topo dos desmatadores do mundo.
Leia a matéria completa na Folha desta sexta-feira.
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Caímos em uma arapuca, estamos em uma enrrascada fenomenal. Fomos levados a isso devido a nossa propria indiferença catatonica de nossa cidadania. Agora colhemos os frutos dessa apatia nacional. Temos tarefas a serem cumpridas, toda a vigilancia que deveríamos ter tido no passado para que essas trapalhadas não ocorressem, deve ser agora redobrada a enésima potencia. Temos que colocar em ordem nossa soberania amazonica. Deixar claro, o Incra deveria ser esse grande propulsor, tanto no passado, quanto agora.
Temos inúmeros irmãos brasileiros que se apresentam para essa missão. Trata-se de nossa terra, nossas riquezas, nossas divisas.
Felizmente estamos acordando para a preservação física e soberana da amazonia. Nós haveremos de recuperar esse tempo perdido. Nosso povo é valoroso, nossa terra magnífica.
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