Governo define 1º aluguel de floresta pública
da Folha de S.Paulo
As empresas Alex Madeiras, Sakura e Amata são as vencedoras da licitação para o manejo florestal sustentável na Floresta Nacional do Jamari, em Rondônia. O anúncio dos ganhadores do primeiro processo de concessão florestal do país ocorreu anteontem, em Brasília.
De acordo com o SFB (Serviço Florestal Brasileiro), instituição governamental responsável pelo aluguel da floresta, os contratos deverão ser assinados em até 30 dias.
A empresa Amata vai gerir a maior unidade de manejo florestal licitada na floresta do Jamari. A companhia ficará com uma área de 46 mil hectares sob sua responsabilidade.
A Sakura vai usar uma unidade de manejo com 33 mil hectares. A Alex Madeiras ficará com a área menor, de 17 mil hectares.
As empresas vão explorar seus lotes por 40 anos. Os recursos obtidos com o aluguel --R$ 3,8 milhões ao ano- serão divididos entre os governos federal, estadual e municipal.
O processo na Jamari começou em dezembro de 2007 e já demora mais do que o esperado. Várias vezes ele foi parado na Justiça por meio de liminares. Quem perdeu a licitação tem até a próxima sexta-feira para recorrer.
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Especial


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O Meio Ambiente é um bem de todos, produtores ou não. E nada mais justo que haja participação da classe produtora nas decisões para preservação ambiental , pois essa matéria sempre aconteceu de forma unilateral e eu sou testemunho disso, pois estou na area ambiental a 30 anos e com segurança digo que se essas areas não interagirem jamais teremos preservação de verdade.
Não devemos esquecer que o desenvolvimento é uma necessidade imediata de qualquer ser humano, seja ele ambientalista ou produtor, pois ambos respiram, comem, trabalhão. ao contrario das consequencias ambientais causada pelo desenvolvimento insutentavel que leva tempos para ser percebido levando varias gerações as vezes para se manifestar. Portanto a educação ambiental e a aplicação de leis adquadas feitas com a participação de ambas as partes seriam o ideal para os bons resultados na luta pela preservação ambiental.
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Aqui no sudeste e sul do país o que aconteceu foi um desmatamento desinfreado que não trouxe vantagem alguma.
Quem ganhou muito dinheiro com o desmatamento acabou vendendo sua propriedade e foi pra cidade viver de aluguel de imóvel.
Quanta área aqui no sudeste e sul é mal utilizada pelo produtor rural. Agora as áreas desmatadas valem menos que as áreas com reserva legal e APP.
O problema todo é renda para as pessoas, enquanto uma árvore valer mais deitada do que em pé não existirá preservação ambiental aqui no Brasil.
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