Falha não é da legislação, diz fundação
DESIREÊ ANTÔNIO
colaboração para a Folha de S.Paulo
O gerente de licenciamento da Fatma, Jairo Claudino, diz que o problema com a bracatinga ocorre por razões econômicas e por falta de fiscais, não por causa da lei ambiental. Segundo ele, porém, a norma que rege o uso da espécie no Estado deverá ser revista agora que a Lei da Mata Atlântica está regulamentada.
O MMA, diz, fará uma lista das espécies consideradas pioneiras --as primeiras a nascerem numa área degradada e a iniciar sua regeneração. Claudino diz que depende disso para definir as novas condições de corte da bracatinga.
Em entrevista no início do mês, o diretor de Áreas Protegidas do MMA, João de Deus Medeiros, disse que a lista deveria sair logo. Segundo ele, a resolução de 2002 pretende viabilizar o uso da bracatinga pelos pequenos produtores e não apenas conservar a espécie, que não estaria sofrendo nenhum tipo de "ameaça objetiva e direta identificada".
DESIREÊ ANTÔNIO participou do 46º programa de treinamento da Folha, que foi patrocinado pela Odebrecht e pela Philip Morris Brasil
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