Indústria defende que meta para corte de emissão seja definida após Copenhague
LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília
O diretor-executivo da CNI (Confederação Nacional da Indústria), José Augusto Fernandes, defendeu nesta quinta-feira (5) que o Brasil só defina metas para a redução da emissão de gases de efeito estufa após a reunião da Conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague, marcada para dezembro.
"A meta não é fundamental para Copenhague, a meta é fundamental para depois. Quando entrar em um jogo que eu sei qual são as regras, aí eu tenho que traçar meus objetivos. Nossa estratégia em relação ao clima, ela não termina em Copenhague, ela começa lá", afirmou.
Fernandes ressaltou que o Brasil entra em vantagem na discussão na comparação com os outros países do Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), principalmente por ter uma matriz energética mais limpa.
"O conceito de Brics é absolutamente inapropriado quando discutimos energia e mudança de clima. Para o Brasil, a agenda de mudança climática traz muito mais oportunidade do que para Rússia, China e Índia", completou.
Fernandes apresentou hoje um documento com as contribuições do setor industrial para a reunião de dezembro. A CNI pediu que a adoção de compromissos setoriais de mitigação não tenham caráter compulsório, ou seja, que os compromissos sejam voluntários.
"Isso não significa inação. Tem que ser uma coisa séria, bem construída, com objetivos claros", explicou o diretor.
A CNI defende ainda o financiamento por parte dos países desenvolvidos para ações de redução na emissão de gases de efeito estufa pelos países emergentes e a transferência de tecnologia para que isso ocorra.
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O Sr. é o exemplo perfeito de como funciona bem a ideologia marxista que vem sendo aplicada lentamente nas ciências biológicas com o intuito unica e exclusivamente de controle das massas, para que essas massas passem para a tutela do estado, que passa a executar programas para controle populacional, até as leis anti-fumo.
No problema ambiental, mesmo os mais simples que qualquer criança entende como no caso do desmatamento sempre fica complicando nas mãos dos ecocomunistas que criam regras, certificados e selos alemães e criando padrões que diminuem a nossa produtividade e competitividade, favorecendo a Russia e a China e praticamente todo o lado oriental do planeta que estão de fora dessa propaganda toda.O que vemos agora são pessoas inocentes como o senhor, se sentindo culpados pela morte do Urso Polar e aceitando toda a imposição de dominação subliminar desses ecocomunistas. E solução de verdade eles não querem, estão culpando um fantasma invisível do CO2. Desafio qualquer pessoa do mundo, a apresentar um dado experimental (empírico mesmo) de que o CO2 é a causa do aquecimento global, ou é a causa de qualquer tipo de efeito estufa em escala. E se é realmente a causa, existem filtros de co2 desde antes da apolo 13 (eles tiveram problemas com CO2 e com algumas peças sobressalentes conseguiram um filtro eficiente). Porque não desenvolver esse filtro? eu digo porque, porque não há intenção de se provar nada, somente há intenção de controle estatal.
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os eua nao tiveram nunca um floresta como a amazonica. no seu "processo" de expansao de fronteira agricola brasileira (queimar, plantar 3 ciclos e abandonar, deixando bois de péssima qualidade em cima) é o que vc refere-se como progresso, sinto dizer q vc esta errado.
quanto a maldizer as copas das arvores, as castanhas do para e outras oleaginosas (palmeiras e outras) podem muito bem ser sustentaveis rendendo MUITO MAIS QUE A SOJINHA AI. outra coisa, que ja faço, é plantio de arvores de madeira de lei. sim senhor, dinheiro com arvores em pé e plantanndo mais. a finlandia fz isso com pinho no polo norte. e a garantia de sustento dos filhos deles esta em PLANTAR ARVORES e nao algidaozinho, sojinha, arozinho e caninha de açúcar para queimar em carros que entopem as cidades.
informe-se um pouco mais.
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