Ambiente
10/11/2009 - 08h51

Governadores oferecem "Fogo Zero" e "Bolsa Floresta"

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RODRIGO VARGAS
da Agência Folha, em Cuiabá

Nomes como Fogo Zero e Bolsa Floresta. Objetivos que incluem o plantio de 1 bilhão de árvores e a captação de bilhões de dólares em compensações pelo desmatamento evitado. Esses são alguns dos projetos ambientais lançados pelos governos da Amazônia Legal que buscam a simpatia da comunidade internacional e, ao mesmo tempo, atender a demandas internas por mais empregos e desenvolvimento.

Após quase dois anos de discussões, os governadores da região (Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Acre, Amazonas, Amapá, Tocantins e Maranhão) estão de malas prontas para levar essas intenções à conferência mundial do clima em Copenhague, em dezembro.

Na semana passada, o governo de MT lançou um plano que estabelece até 2020 uma meta de redução de desmatamento 25% maior do que a prevista pelo Ministério do Meio Ambiente no Plano Nacional de Mudanças Climáticas para o período, que propõe uma queda gradual de 80% em relação à média dos últimos anos.

O cumprimento da meta, porém, depende da inclusão da compensação financeira no acordo internacional. "Não vamos sacrificar a possibilidade de desenvolvimento dentro da lei a troco de nada", disse o governador Blairo Maggi (PR).

No Pará, recordista do desmatamento na região, o governo estabeleceu meta idêntica à do governo federal, mas também se comprometeu a "construir as parcerias e implementar projetos piloto" para pagamentos por desmate evitado.

Outro programa prevê o plantio de 1 bilhão de árvores até 2013. Em recente encontro ambiental na Califórnia, a governadora Ana Júlia Carepa (PT) anunciou que já havia plantado 220 milhões de mudas, mas foi questionada: "É tecnicamente impossível plantar essa quantidade de mudas em tão pouco tempo", disse o deputado José Megale (PSDB).

O Amazonas tem desde 2007 a experiência do Bolsa Floresta, compensação de R$ 50 mensais paga a famílias que vivem em unidades de conservação e se comprometem a não desmatar.

O Acre lançou em setembro de 2008 a sua "Política de Valorização do Ativo Ambiental" -que inclui ações de cadastro e regularização fundiária e ambiental. Um dos objetivos é abolir o uso do fogo na agricultura do Estado, em proposta que foi apelidada de Fogo Zero.

Comentários dos leitores
marcio B. (38) 18/11/2009 20h42
marcio B. (38) 18/11/2009 20h42
Valentin Makovski,
O Sr. é o exemplo perfeito de como funciona bem a ideologia marxista que vem sendo aplicada lentamente nas ciências biológicas com o intuito unica e exclusivamente de controle das massas, para que essas massas passem para a tutela do estado, que passa a executar programas para controle populacional, até as leis anti-fumo.
No problema ambiental, mesmo os mais simples que qualquer criança entende como no caso do desmatamento sempre fica complicando nas mãos dos ecocomunistas que criam regras, certificados e selos alemães e criando padrões que diminuem a nossa produtividade e competitividade, favorecendo a Russia e a China e praticamente todo o lado oriental do planeta que estão de fora dessa propaganda toda.O que vemos agora são pessoas inocentes como o senhor, se sentindo culpados pela morte do Urso Polar e aceitando toda a imposição de dominação subliminar desses ecocomunistas. E solução de verdade eles não querem, estão culpando um fantasma invisível do CO2. Desafio qualquer pessoa do mundo, a apresentar um dado experimental (empírico mesmo) de que o CO2 é a causa do aquecimento global, ou é a causa de qualquer tipo de efeito estufa em escala. E se é realmente a causa, existem filtros de co2 desde antes da apolo 13 (eles tiveram problemas com CO2 e com algumas peças sobressalentes conseguiram um filtro eficiente). Porque não desenvolver esse filtro? eu digo porque, porque não há intenção de se provar nada, somente há intenção de controle estatal.
sem opinião
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mauro halpern (91) 16/11/2009 16h20
mauro halpern (91) 16/11/2009 16h20
senhor sudestino
os eua nao tiveram nunca um floresta como a amazonica. no seu "processo" de expansao de fronteira agricola brasileira (queimar, plantar 3 ciclos e abandonar, deixando bois de péssima qualidade em cima) é o que vc refere-se como progresso, sinto dizer q vc esta errado.
quanto a maldizer as copas das arvores, as castanhas do para e outras oleaginosas (palmeiras e outras) podem muito bem ser sustentaveis rendendo MUITO MAIS QUE A SOJINHA AI. outra coisa, que ja faço, é plantio de arvores de madeira de lei. sim senhor, dinheiro com arvores em pé e plantanndo mais. a finlandia fz isso com pinho no polo norte. e a garantia de sustento dos filhos deles esta em PLANTAR ARVORES e nao algidaozinho, sojinha, arozinho e caninha de açúcar para queimar em carros que entopem as cidades.
informe-se um pouco mais.
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Valentin Makovski (274) 16/11/2009 16h18
Valentin Makovski (274) 16/11/2009 16h18
O fim agora é em 2012.
Se colocarmos todas as previsões neste último sêculo, a terra já estaria completamente destruida. O caso é simples, questões de dias ou meses quem sabe em alguns anos, tudo acabe, nossa terra tenha seu fim, não precisamos de profesias, cartomantes, adivinhos, etc.
Nós estamos fazendo um grande favor a terra, destruindo ela a cada dia, estamos superpovoando, aniquilando suas florestas, poluindo suas águas, destruindo seus animais, etc,etc.
Parabens a todos ( eu estou no meio) somos a máquima mais perfeita da ciencia o HOMEM.
Mas somos tão burros que destruimos sem pensar nas consequencias.
Vamos todos juntos dar adeus ao Urso Polar, palmas ao maior felino do artico, seu fim esta chegando meu caro. Desculpe pela nossa imcompetencia Sr. Urso.
Vamos dar adeus a amazônia, suas florestas intocáveis, vamos dar adeus aos nosso indios, nosso idioma Tupi Guarani, vamos dara adeus pessoal, todos por favor no mesmo coro:
" ADEUS TERRA, FOI UM PRAZER ENORME VIVER AQUI E DESTRUI-LA, DESCULPA NOSSA ARROGANCIA, SOMOS HOMENS (TODO) SOMOS PERFEITOS COMO MAQUINAS E SOMOS TÃO BURROS COMO CIDADÃOS.
Adeus ao ARTICO, que deus proteja todas as cidades costeiras do mundo, estamos aniquilando nosso futuro como seres vivos.
Uma pena
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