Debate sobre 3º mandato de Lula "está nas ruas", diz jornal
da BBC Brasil
Reportagem publicada nesta sexta-feira na edição online do jornal espanhol "El País" afirma que a discussão sobre um possível terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já "está nas ruas".
Sob o título "Lula três", o texto sugere que o assunto poderia ser decidido pela via do plebiscito, e que outra possibilidade, descartada por Lula neste momento, consistiria em apontar a primeira-dama Marisa Letícia para a corrida presidencial, a exemplo do que ocorreu na Argentina.
A matéria faz referência a um projeto recentemente desengavetado no Congresso Nacional, que permitiria ao presidente convocar plebiscitos para decidir sobre questões importantes, como a possibilidade de reeleição indefinida.
Segundo o correspondente do diário no Rio de Janeiro, Juan Arias, Lula tem evitado iniciar o debate sobre a "re-reeleição", porque teme ser associado ao presidente venezuelano, Hugo Chávez, que defende a renovação indefinida de mandatos no seu país.
No Brasil, diz o correspondente, "já existem pesquisas de opinião, que não saem a público, para medir a percentagem de cidadãos que desejariam que Lula continuasse no poder". O repórter não esclarece que pesquisas seriam essas.
O texto faz referência a um debate iniciado pelo prefeito do Rio, César Maia (DEM), que há algumas semanas acusou o governo Lula de passar mensagens "subliminares" com o número 3 em uma campanha de marketing do Banco do Brasil.
"É certo que o número três, como publicidade subliminar de "Lula três", já está em marcha, e aparece em diversos anúncios de Estado", diz o "El País".
"Dessa maneira, se amanhã houver a possibilidade de um "Lula três", através de um referendo, por exemplo, parte do trabalho já estaria feita."
O diário espanhol lembra que Lula já admitiu que continuará na política, e que poderia voltar a se candidatar nas eleições de 2014. "Isso, no pior cenário para ele", diz o jornal.
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Não sei se isso já foi tentado alguma vez, mas tenho uma ideia que gostaria de compartilhar com voces:
As campanhas eleitorais deveriam ser patrocinadas pelos governos e não pelo candidato como é atualmente. Pelo candidato, ele vai querer recuperar a grana que gastou, daí vem a corrupção e beneficiamento aos que ajudaram com "doações retornáveis". Pelo governo, fica institucionalizado um valor a ser gasto proporcional ao cargo (vereador até presidente) e igual para todos os candidatos. Proíbi-se qualquer gasto adicional e/ou particular. A veiculação nos meios de comunicação (radio, TV, Jrnais e revistas) seria gratuíta e igualmente distribuida. Camisetas, santinhos, canetas, brindes, etc, ou seja, material promocinal, seria comprado pelo proprio governo, em varias empresas espalhadas pelo Brasil, movimentando a economia como já existe. É logico que a quantidade de partidos neste país teria que ser reduzida, senão vira zona e qualquer idiota vai querer montar um partido só p/ aparecer na TV, uma vez que terá direito a essa midia. Eu penso em 6 partidos, mas como nossa sociedade brasileira ainda está se desenvolvendo, aceito no máximo 10. 6 já dão bem para congregar as varias correntes ideológicas, e diga-se de passagem, no nosso país, está comprovado que não existe direita nem esquerda, é tudo centro! Espero, com essa idéia, reduzir bastante a corrupção.
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Ah! Sério? Não me diga!
Que surpresa, hein?
O insano, que manda os seus próprios cidadãos, que podem não estar lá muito perfumados, graças aos banhos ordenados de máximos 3 minutos, e ainda por cima, se forem ao banheiro de madrugada, devem usar lanterna, não poderia ter feito uma escolha mais apropriada, para alguém como ele.
Tinha que adorar mesmo a Dilma...
Um irresponsável, que acabou de criar uma milícia chavista, com poder semelhante ao do exército e está pronto para incendiar as Américas, precisa de aliados.
E para isso, nada melhor que o "hemanito" Lula, "coleguito" do Foro de São Paulo.
Apoiando Dilma, futura testa de ferro, se eleita fosse, o que não acontecerá porque o Brasil não merece OUTRA desgraça destas, teria claro, uma aliada, como ele, populista, demagoga, arrogante e insuportável.
Chega disso...
Um Chávez só, ninguém aguenta, outro de saias, aí então já é demais...
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Mas se o proprio PT escolhe seu candidato por imposição do Lula, como querer que todos os partidos tenham ideias e de acordo com os ideais e programa lancem seus candidatos.
Vamos ver o que vai dar tudo isso, agora eles não fazem aliança e depois todos vão com a topeira da dona Dilma.
Coitado do Brasil que tem partidos que ainda crê que o PT é de esquerda.
O PT é a maior oligarquia partidaria, defende os interesses do corporativismo e busca sempre o enriquecimento de seus integrantes e nunca o bem estar social da Nação.
Essa é a cara, a face de monstro de um partido que sempre se veste branca de neve e vai colher suas frutinhas na floresta.
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