Em suposta carta, Diana diz que príncipe Charles planejava matá-la
da BBC Brasil
Uma carta supostamente escrita pela princesa Diana e lida durante uma das audiências do inquérito em Londres que apura as circunstâncias de sua morte, há mais de dez anos, revela que ela acreditava que o príncipe Charles estava "arquitetando um plano para matá-la".
A carta, revelada na íntegra pela primeira vez, foi supostamente escrita por Diana em outubro de 1996, dez meses depois do anúncio do divórcio do casal, e entregue a Paul Burrell, seu mordomo na época.
Burrell havia revelado parte do manuscrito em um livro que publicou sobre a princesa em 2003, mas manteve os trechos lidos nesta quarta-feira ocultos por tarjas pretas.
Na carta, Diana disse que o príncipe Charles "desejava sua morte" para poder se casar com Tiggy Legge-Bourke, uma antiga babá dos príncipes William e Harry. Diana acreditava que os dois estavam tendo um caso e que a babá estaria grávida.
"Eu estou sentada aqui na minha escrivaninha hoje, em outubro, desejando que alguém me abrace e me encoraje a ter forças e a manter a cabeça erguida", escreveu a princesa.
"Esta fase específica da minha vida é a mais perigosa --meu marido está planejando um acidente com meu carro, uma falha nos freios e uma séria lesão na cabeça para abrir caminho para se casar com a Tiggy."
Ainda segundo a carta atribuída a Diana, Camilla Parker-Bowles, que se casou com o príncipe há dois anos, não passaria de uma "isca" e que as duas estariam "sendo usadas pelo mesmo homem no estrito senso da palavra".
Mas uma amiga próxima e confidente de Diana nos últimos anos de sua vida, a embaixatriz brasileira Lúcia Flecha de Lima, disse a jornais britânicos nesta quarta-feira que Diana não temia por sua vida.
Lúcia chega a afirmar que Burrell poderia facilmente "ter imitado a letra de Diana".
"Eu não acredito que ela se sentia ameaçada pelo Charles, o futuro rei deste país", disse ela.
Ainda nesta quarta-feira, uma das testemunhas ouvidas pelo inquérito disse ter encontrado cartelas de pílulas anticoncepcionais no iate da família Fayed.
A faxineira Deborah Gribble contou ter visto as cartelas parcialmente vazias durante limpezas que fez no local.
O novo inquérito sobre as mortes da princesa Diana e de seu namorado, Dodi al Fayed, em um túnel de Paris, foi reaberto há quase três meses.
As investigações ainda devem levar mais três meses para serem concluídas.
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Especial

Um britanico real casando com um arabe leal, alguma duvida na conspiracao ? Dodi ta certo.
Pena que a mesma policia que produz as provas contra a Scotland Yard, e' a mesma que matou Diana. Vophe apha mechmo ?
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Qual a real utilidade para os leitores toda essa "cobertura" do processo que investiga a morte da princesa Dayana?
Na minha opinião nenhuma. A mulher morreu. Azar o dela. Temos muito mais problemas para nos preocupar, muito mais assuntos importantes pra ficar à par, e a Folha vem cobrir uma futilidade dessas.
Com reportagens como estas, a Folha começa a se igualar a Globo, com "texto sem conteudo", sem utilidade alguma, como são os programas da Globo.
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