BBC Brasil
20/01/2008 - 08h56

Resultado em Nevada não é derrota, diz Obama

da BBC Brasil

A campanha de Obama disse não ter considerado o resultado em Nevada uma derrota, uma vez conquistou um número superior de delegados, 13 contra 12 da senadora Hillary Clinton.

A obtenção do número superior de delegados por Obama se deve às complexas leis eleitorais de Nevada, que dão peso maio a determinadas regiões do Estado.

''Não estamos encarando isto como uma derrota'', afirmou o principal estrategista da campanha de Obama, David Axelrod.

''Vamos continuar deixando que eles cantem vitória, enquanto nós continuamos a faturar delegados'', acrescentou Axelrod.

Obama deixou Nevada neste sábado sem discursar, reconhecendo a derrota e tampouco parabenizou a senadora por sua conquista, como de praxe.

Primárias simultâneas

Caso a disputa entre os dois candidatos termine sem um vencedor claro, após o dia 5 de fevereiro, quando mais de 20 Estados promoverão primárias simultâneas, a escolha do candidato democrata que disputará a Casa Branca poderá ficar para a convenção do partido, que será realizada em agosto deste ano.

Caso isso aconteça, o candidato que obtiver o maior número possível de delegados estará em vantagem e poderá ser o indicado do partido para concorrer à presidência, mesmo não tendo sido o vencedor do voto popular.

Obama deve apostar no eleitorado afro-americano para reverter a vantagem de Hillary na Carolina do Sul, que será sede da primária democrata no próximo dia 26.

Os eleitores negros constituem quase metade dos democratas do Estado.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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