Filha de austríaco nunca mais quer ver o pai, diz irmã a jornal
da BBC
Uma irmã de Elisabeth Fritzl, a austríaca que passou 24 anos presa no porão da casa do pai, disse ao jornal britânico "Sunday Mirror" que Elisabeth "nunca mais quer ver a cara" de Josef Fritzl, 73.
Gabriele Helm, 36, relatou em entrevista ao jornal britânico as primeiras palavras de Elisabeth ao reencontrar a mãe. Segundo Gabriele, Elisabeth disse à mãe Rosemarie: "Não acredito que estou realmente livre é realmente você?"
"Eu não acredito que saí", teria acrescentado a filha de Josef Fritz. "Eu achava que nunca mais iria ver você. Isso é demais para mim. Nunca mais quero vê-lo."
Vida normal
Elisabeth, hoje com 42 anos, foi mantida por 24 anos no porão pelo próprio pai, Josef Fritzl. Ela foi constantemente abusada e teve sete filhos com ele. O caso ocorrido na cidade austríaca de Amstetten chocou o mundo ao ser revelado no mês passado.
Elisabeth e cinco dos filhos que teve com Josef Fritzl no cativeiro estão se recuperando em uma clínica austríaca.
De acordo com o relato da irmã ao "Sunday Mirror", eles passam o dia vendo filmes da Disney e lendo cartas de apoio que recebem de todo o mundo.
Segundo ela, Elisabeth e o filho mais jovem estão usando óculos escuros porque seus olhos ainda são muito sensíveis à claridade.
"Algumas pessoas que ouvem a história acham que Elisabeth é algo de um filme de terror, mas os boatos de que ela não tem dentes e não consegue falar não são verdade", disse Gabriele ao jornal britânico.
"Se você a conhecesse, não perceberia o que ela passou, porque ela se parece com qualquer pessoa normal", acrescentou a irmã. "Ela diz à família que tudo o que quer é ter uma vida normal ou a vida mais normal que conseguir. É o seu único desejo."
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Especial


Imaginem que um cidadão nasce e morre sem ao menos ter conhecimento de seus direitos básicos??
A mídia?Bom, esta apenas condena o povo à ignorância eterna, com novelas, programas de auditório, etc.
Brasileiros, há manifestações nos quatro cantos do mundo!!Não estamos no fim da história, no mundo cada um por si, ganhe dinheiro, endivida-se, seja feliz comprando, enriqueça os bancos.
Você ganha pouco?se mata de trabalhar pra enriquecer o patrão?Não tem um sistema de saúde de qualidade?seu filho não tem acesso à educação de qualidade?Oras, o importa?Se posso comprar à prestação meu novo celular, uma geladeira nova, etc?
Essas "necessidades" tecnológicas dão a falsa idéia de satisfação pessoal.As novelas mostram um mundo irreal.
Resultado: viramos apenas consumidores e perdemos nosso papel enquanto cidadãos. Conseqüência?Perdemos nossos direitos, as injustiças aumentam, a política serve ao mercado e regredimos na história!
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Foi extamanete isso que ouvi de um advogado ...
Deveriamos criar oque pra melhorarmos a casta advocaticia !? Ela e' responsavel por essas hipocrisia social.
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A mídia "descobre" um caso, entre centenas de casos. No Brasil há demasiados casos semelhantes dos quais nunca saberemos. Pais que abusam de filhos, crianças que sofrem das mais variadas violências.
No caso da Áustria, como citou Vera Lúcia, os filhos jamais tiveram acesso à escola, ao médico, ao dentista ao parque, ao zoológico.
Oras, pra quê tanta perplexidade?Aqui no Brasil há 50 mil casos de crianças que trabalham em condições análogas ao de escravos. Temos milhares de crianças que nunca tiveram acesso ao dentista, ao médico. Temos centenas de casos de crianças que nunca tiveram acesso à escola. Inclusive encontramos com elas muitas vezes nas ruas diariamente.
Bom, mas isso aqui virou banalizou demais e hoje já é algo "comum'.
É exatamente esta a intenção de nossa mídia brasileira.: provocar o "horror' com acontecimentos como esse e banalizar os casos mais graves, com maiores proporções, que paulatinamente destroem a sociedade brasileira.
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