No Parlamento, Bush promete apoiar Israel contra "terroristas"
RODRIGO DURÃO COELHO
enviado especial da BBC Brasil à Cisjordânia
O presidente americano George W.Bush disse nesta quinta-feira ao Knesset, o Parlamento de Israel, que os Estados Unidos vão apoiar Israel contra o que chamou de grupos "terroristas".
Leia a íntegra do discurso de Bush.
"Os Estados Unidos se colocam ao seu lado para destruir redes terroristas e negar refúgio para extremistas", disse Bush em Jerusalém.
O líder americano elogiou os laços "indestrutíveis" que unem os dois países e descreveu Israel como uma democracia que é ameaçada por adversários regionais e grupos aliados a eles.
"Al Qaeda, Hizbollah e Hamas vão ser derrotados à medida que os muçulmanos da região perceberem o vazio da visão terrorista e a injustiça de sua causa", disse o presidente americano.
Processo de paz
Um dos objetivos da visita de Bush ao Oriente Médio é estimular o processo de paz na região, mas poucos analistas dizem acreditar que um acordo entre israelenses e palestinos seja possível antes do final de seu mandato, em janeiro.
Segundo analistas, as lideranças dos dois lados estão enfraquecidas e restaria pouco tempo para implementar medidas ambiciosas.
O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, sofre pressão para se demitir por enfrentar um processo de corrupção.
O governo palestino está rachado, com o Fatah controlando a Cisjordânia e o Hamas, a faixa de Gaza.
Futuro
Em seu discurso desta quinta-feira, Bush preferiu falar em linhas mais gerais de sua visão para o futuro e de como ele imagina que será a região daqui a 60 anos.
"Os palestinos vão ter a terra natal que sonham e merecem", disse. "Um governo democrático governado pela lei, que respeita os direitos humanos e rejeita o terror."
"Do Cairo a Riad, de Bagdá a Beirute, as pessoas vão viver em sociedades livres e democráticas, onde o desejo de paz é reforçado pelos laços diplomáticos, de turismo e comércio", acrescentou Bush.
"Irã e Síria vão ser nações pacíficas, com a opressão de hoje sendo uma memória distante e as pessoas livres para falar e desenvolver seus talentos", afirmou o presidente americano.
Gaza
A presença de Bush em Israel no dia em que os palestinos marcam o Nakba, ou "tragédia", que é como chamam a criação do Estado judeu, foi considerada ofensiva por vários palestinos.
"Nessa terra adorada, vivem dois povos", disse o presidente palestino, Mahmoud Abbas, em um pronunciamento na televisão. "Um celebra a sua independência, e o outro sofre, lembrando de sua tragédia."
A imprensa israelense afirma que militares do país estão planejando uma grande operação em Gaza.
Na quarta-feira, um foguete palestino atingiu um shopping center na cidade de Ashkelon (distante 15 km da faixa de Gaza), ferindo 14 pessoas.
No mesmo dia, uma operação israelense em Gaza havia matado quatro pessoas.
O chefe do serviço secreto israelense, Amos Yadlin, disse ao jornal "Haaretz" que, até 2010, os militantes do Hamas devem possuir foguetes com alcance de até 40 km.
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Especial


...
Trocar mortos por vivos!!!
Os que chegaram em Israel defendiam a nação
e os que voltaram ao Líbano irão se unir às milícias e fortalecer ainda mais aqueles grupos terroristas.
...
Anunciaram um dia antes que os soldados estavam mortos, para dor e desespero da família que aguardavam a volta deles.
...
Que Deus tenha misericórdia dessa situação que se abate a séculos no Oriente Médio e levante homens idôneos para conduzir um processo de paz verdadeiro e duradouro.
...
Imaginem o que vai representar no futuro à mente das crianças libanesas que assistiram a comemoração da chegada daqueles terroristas!!!
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As autoridades francesas devem concordar em impedir os parisienses franceses de entrar na área da tumba sagrada, pois isto pode ser visto como provocação pelos corsicanos.
A Santa Capela e a Igreja de Notre Dame devem, é claro, ser internacionalizadas sob os auspícios do Vaticano e das organizações internacionais pela preservação do patrimônio artístico universal. Na realidade, os franceses devem considerar uma grande honra que tanta gente veja Paris como uma cidade internacional.
Os franceses não têm do que reclamar, pois desfrutarão dos benefícios da paz e manterão o controle dos Champs Elisées.
Mas, pensando melhor, até mesmo os Champs Elisées podem ser demasiado. Afinal, para ser coerente com a posição francesa para com Israel, a capital francesa não pode ser Paris, mas sim Vichy.
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A Santa Capela e a Igreja de Notre Dame devem, é claro, ser internacionalizadas sob os auspícios do Vaticano e das organizações internacionais pela preservação do patrimônio artístico universal. Na realidade, os franceses devem considerar uma grande honra que tanta gente veja Paris como uma cidade internacional.
Os franceses não têm do que reclamar, pois desfrutarão dos benefícios da paz e manterão o controle dos Champs Elisées.
Mas, pensando melhor, até mesmo os Champs Elisées podem ser demasiado. Afinal, para ser coerente com a posição francesa para com Israel, a capital francesa não pode ser Paris, mas sim Vichy.
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