Líderes mundiais buscam ação coletiva para conter crise
BRUNO GARCEZ
da BBC Brasil, em Washington
Líderes de diferentes países reforçaram os pedidos por uma ação coletiva para conter os efeitos da crise financeira global.
Esse foi o tema das conversas telefônicas mantidas nesta terça-feira pelo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, com líderes da Itália, da França e do Reino Unido.
Veja os efeitos sobre a Europa da crise financeira nos EUA
Entenda a crise financeira que atinge os EUA
Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA
O governo americano também disse estar aberto à possibilidade de realizar um encontro de emergência de lideranças internacionais a respeito da crise, como propôs o presidente francês, Nicolas Sarkozy.
Mas a porta-voz da Casa Branca disse que as atenções das autoridades americanas estão voltadas para a reunião de ministros das Finanças dos países que integram o G7, no próximo fim de semana, em Washington.
A reunião integra os eventos que compõem o encontro semestral do FMI e do Banco Mundial.
Diferentes estruturas
O FMI (Fundo Monetário Internacional) fez um apelo idêntico por uma solução coletiva nesta terça-feira, durante a divulgação do relatório Estabilidade Financeira Global. No documento, o Fundo pede "um compromisso coletivo".
Para o diretor do Departamento Monetário e de Capitais do FMI, Jamie Caruana, governos de diferentes nações devem ajudar instituições financeiras a se capitalizar, comprando dívidas podres ou injetando recursos públicos nessas instituições.
O FMI estima ainda que, nos próximos cinco anos, os grandes bancos globais precisarão de investimentos na ordem de US$ 675 bilhões.
Caruana enfatizou que a necessidade de agir coletivamente não significa que diferentes países tenham de proceder de forma idêntica.
"A mesma solução não se aplica a todos", afirmou Caruana. "Diferentes países contam com diferentes instituições, com diferentes estruturas. Mas é preciso evitar que o que acontece em um país se espalhe para outro."
Leia mais
- Crédito ao consumidor caiu em agosto nos EUA, pela primeira vez desde 1998
- BC dos EUA considerou reduzir juros em meados de setembro, aponta ata
- Casa Branca diz que crise já reflete no Brasil e México
- Bush diz estar confiante na eficácia do pacote e que fará o necessário
- Fed diz que economia dos EUA piorou e abre espaço para mudança nos juros
Especial
- Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
avalie fechar
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
avalie fechar
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar