BBC Brasil
09/10/2008 - 07h50

"Relógio da dívida" dos EUA em Times Square ganhará mais dígitos

da BBC Brasil

OO Relógio da Dívida Nacional americana, exposto em uma das esquinas mais movimentadas de Manhattan, não tem dígitos o suficiente para exibir o montante do déficit do país.

O contador de 13 dígitos chegou ao seu limite no mês passado, quando a dívida atingiu o patamar dos US$ 10 trilhões.

Os proprietários do relógio afirmaram que mais dois dígitos serão acrescentados ao contador para que o painel só volte a parar quando faltar um dólar para a dívida atingir U$ 1 quatrilhão.

Douglas Durst, filho de Seymour Durst, criador do relógio, espera instalar o novo relógio no ano que vem. Até lá, o símbolo digital do dólar dará lugar a mais um dígito.

O relógio da dívida fica na Sexta Avenida, a um quarteirão de Times Square. Ele foi criado em 1989 por Durst --um empresário de Nova York apaixonado pela história americana e apavorado com dívidas-- para exibir a dívida de US$ 2,7 trilhões que o país tinha na época.

Alguns economistas acreditam que o pacote de ajuda econômica de US$ 700 bilhões aprovado na semana passada pelo Congresso americano deverá contribuir para elevar a dívida americana para a casa dos US$ 11 trilhões.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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