Resultado de caso contra Palin deve sair nesta sexta-feira
da BBC
Parlamentares do Alasca devem divulgar, nesta sexta-feira, o resultado da investigação sobre alegações de que a candidata republicana a vice-presidente, Sarah Palin, teria abusado do poder, durante seu mandato como governadora do Alasca. Na quinta-feira, a Suprema Corte do Estado rejeitou uma tentativa de políticos republicanos de suspender o inquérito. Eles afirmavam que a investigação havia sido motivada por disputas políticas.
O comissário estadual de segurança pública, Walter Monegan, diz que foi demitido por Sarah Palin porque ele se recusou a demitir o policial Mike Wooton, que se divorciou da irmã da governadora. O divórcio envolveu uma disputa sobre a custódia de um filho do casal. A governadora nega qualquer conduta imprópria e diz que a decisão de demitir Monegan foi tomada por conta de conflitos sobre políticas e orçamento.
A investigação começou antes de Palin ter sido escolhida pelo candidato republicano à Presidência, John McCain, como companheira de chapa.
A Assembléia Legislativa do Estado do Alasca contratou um ex-promotor para investigar o caso. Entre as testemunhas no inquérito estavam vários funcionários ligados ao escritório da governadora, assim como o marido dela, Todd, mas não a própria Palin. Sarah e Todd dizem que Mike Wooton ameaçou integrantes da família Palin.
Todd Palin admitiu ter se manifestado a respeito do que chamou de "injustiça que um policial violento mantendo seu distintivo representava", mas afirmou que o assunto foi abandonado a pedido de Palin. Segundo o correspondente da BBC em Washington Jonathan Beale, a investigação tem afetado a campanha presidencial do Partido Republicano.
Segundo ele, em uma tentativa de evitar críticas, os responsáveis pela campanha de Palin divulgaram um relatório próprio dizendo que a governadora não cometeu nenhum abuso de poder e que o caso está sendo contaminado por rumores e disputas políticas.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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