BBC Brasil
10/10/2008 - 07h34

Resultado de caso contra Palin deve sair nesta sexta-feira

da BBC

Parlamentares do Alasca devem divulgar, nesta sexta-feira, o resultado da investigação sobre alegações de que a candidata republicana a vice-presidente, Sarah Palin, teria abusado do poder, durante seu mandato como governadora do Alasca. Na quinta-feira, a Suprema Corte do Estado rejeitou uma tentativa de políticos republicanos de suspender o inquérito. Eles afirmavam que a investigação havia sido motivada por disputas políticas.

O comissário estadual de segurança pública, Walter Monegan, diz que foi demitido por Sarah Palin porque ele se recusou a demitir o policial Mike Wooton, que se divorciou da irmã da governadora. O divórcio envolveu uma disputa sobre a custódia de um filho do casal. A governadora nega qualquer conduta imprópria e diz que a decisão de demitir Monegan foi tomada por conta de conflitos sobre políticas e orçamento.

A investigação começou antes de Palin ter sido escolhida pelo candidato republicano à Presidência, John McCain, como companheira de chapa.

A Assembléia Legislativa do Estado do Alasca contratou um ex-promotor para investigar o caso. Entre as testemunhas no inquérito estavam vários funcionários ligados ao escritório da governadora, assim como o marido dela, Todd, mas não a própria Palin. Sarah e Todd dizem que Mike Wooton ameaçou integrantes da família Palin.

Todd Palin admitiu ter se manifestado a respeito do que chamou de "injustiça que um policial violento mantendo seu distintivo representava", mas afirmou que o assunto foi abandonado a pedido de Palin. Segundo o correspondente da BBC em Washington Jonathan Beale, a investigação tem afetado a campanha presidencial do Partido Republicano.

Segundo ele, em uma tentativa de evitar críticas, os responsáveis pela campanha de Palin divulgaram um relatório próprio dizendo que a governadora não cometeu nenhum abuso de poder e que o caso está sendo contaminado por rumores e disputas políticas.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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