Bush surpreende e participa de reunião do G20 sobre a crise
BRUNO GARCEZ
da BBC Brasil, em Washington
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, fez uma inesperada participação neste sábado na reunião do G20 financeiro, o bloco que reúne as principais economias do planeta.
O encontro, realizado na sede do FMI (Fundo Monetário Internacional) em Washington, deveria contar apenas com ministros das Finanças dos países do bloco, entre eles o ministro da Fazenda Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.
Durante a reunião, Bush, que nunca antes havia participado de um encontro do G20, se sentou ao lado de Mantega. O Brasil atualmente exerce a presidência do grupo.
A presença inesperada do líder americano no encontro reforçou a gravidade que Bush atribui à crise financeira global.
G7
Pela manhã, Bush já havia recebido os ministros do G7 na Casa Branca, em outro encontro decidido com pouca antecedência.
A reunião que teve a participação de ministros do Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá contou ainda com a presença dos líderes do FMI e do Banco Mundial.
Após o encontro do G7, Bush defendeu a necessidade de se encontrar uma solução coordenada para conter os efeitos da turbulência financeira.
"Em um mundo interconectado, nenhuma nação sai ganhando ao prejudicar outra. Estamos juntos nisso. E vamos superar isso juntos. Houve momentos de crise no passado em que nações poderosas voltaram suas energias uma contra as outras ou procuraram se isolar do mundo. Desta vez é diferente", afirmou.
Foi o vigésimo pronunciamento de Bush relativo à economia americana em apenas 23 dias.
Os comentários de Bush, no entanto, bem como as ações do governo americano --como a de aprovar um pacote de US$ 700 bilhões para resgatar a combalida economia do país-- vêm falhando no intento de acalmar os mercados financeiros mundiais, que seguem tendo quedas recorde.
Ainda neste sábado, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, também advertiu para a gravidade da turbulência financeira.
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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