Um dia após Obama, McCain propõe plano contra crise econômica
da BBC
O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, apresentou nesta terça-feira um novo plano de US$ 52,4 bilhões contra a crise econômica.
O pacote a ser implementado caso McCain vença as eleições é baseado em cortes de impostos, com o objetivo principal de aumentar a renda de aposentadoria de pessoas atingidas pelas quedas nas bolsas de valores.
| AP/Reuters |
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| Eleitores dizem não confiar nem no republicano John McCain (esq.) nem no democrata Barack Obama para solucionar a grave crise |
Em comício no Estado da Pensilvânia, o candidato republicano disse que medidas urgentes são necessárias para enfrentar a crise econômica nos EUA.
Segundo assessores do senador republicano, o plano de McCain se concentra "naqueles mais duramente afetados: trabalhadores, proprietários de imóveis, poupadores e idosos".
McCain também reforçou sua proposta anterior, segundo a qual o governo federal compraria hipotecas com problemas e as relançaria com encargos menores para os proprietários de imóveis.
Obama
O candidato republicano tenta alcançar o adversário democrata, Barack Obama, que lidera as pesquisas de intenção de voto. Na segunda-feira (13), Obama também anunciou um pacote que classificou como "um plano econômico de resgate da classe média".
O senador por Illinois anunciou uma série de medidas caso seja eleito presidente, incluindo isenções em impostos para empresas que criem empregos e moratória na execução de dívidas imobiliárias.
Obama também se comprometeu a permitir que as pessoas retirem 15% (ou US$ 10 mil) de seus planos de pensão sem taxas e a criar um fundo federal para empréstimos para governos estaduais e municipais.
Uma pesquisa do jornal "Washington Post" e da rede de televisão ABC divulgada na segunda-feira dá ao candidato democrata 53% das intenções de voto, contra 43% para McCain.
Entre os eleitores que consideram a economia a principal preocupação, 62% preferem Obama, e 33% McCain, segundo a sondagem.
Apesar da vantagem de Obama nas pesquisas, McCain disse que ainda é cedo para descartá-lo como vencedor das eleições.
"Estamos seis pontos abaixo (de Obama)", disse o candidato republicano em um comício no Estado da Virgínia, na segunda-feira. "A imprensa nacional nos descartou, mas esqueceram de deixar que vocês decidam."
O candidato republicano criticou as políticas econômicas do governo de George W. Bush. "Não podemos passar os próximos quatro anos como fizemos com a maior parte dos últimos oito: esperando que a nossa sorte mude", afirmou.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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