Após recessão, Europa deve se recuperar em 2009, diz FMI
da BBC Brasil
Uma análise realizada pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) indica que a Europa caminha para uma "recessão leve" nos próximos meses por causa da crise financeira global, mas deve começar a se recuperar na segunda metade de 2009.
De acordo com o documento divulgado nesta segunda-feira, intitulado Europe: Dealing with Shocks ("Europa: Lidando com Choques", em tradução livre), o crescimento do PIB dos países que adotam o euro como moeda oficial deve ficar em 1,3% neste ano e cair para 0,2% em 2009. Em 2007, o crescimento foi de 2,6%.
Entre os países da zona do euro, a análise prevê um crescimento mais lento na Alemanha e na França e uma possível recessão ainda neste ano na Itália e na Irlanda.
Nas economias emergentes da Europa, que vêm registrando um aumento maior do PIB do que países desenvolvidos do continente, a crise também deve provocar uma desaceleração, alerta o FMI.
Um exemplo é a República Checa, que teve um crescimento de 6,6% em 2007. A previsão do Fundo é que o país cresça agora 4% neste ano e 3,4% no ano que vem.
Juros
O FMI elogiou a iniciativa européia de adotar medidas conjuntas para frear a crise financeira, mas disse que é preciso fazer mais.
"A crise é um catalisador para maior coordenação entre os países, e nós incentivamos os líderes europeus a dar continuidade, com medidas corajosas, ao recente comprometimento deles com ações conjuntas e coordenadas para resolver rapidamente esta crise", disse Alessandro Leipold, diretor interino do Departamento de Europa do FMI.
"Com os riscos de aumento da inflação rapidamente se dissipando, o recente relaxamento da política monetária foi apropriado e existe a oportunidade de uma maior amenização dessas políticas", completou, sugerindo uma redução futura das taxas de juros.
Além de reagir de forma imediata aos efeitos da crise, como tem feito, o Fundo recomenda que a Europa reavalie suas estruturas que promovem estabilidade financeira.
"Isso exigirá ações em várias frentes, incluindo o aumento da fiscalização financeira conjunta, a introdução de mecanismos para fortalecer a disciplina do mercado e a melhoria de estruturas transfronteiriças para resolver crises", diz o documento.
Leia mais
- Secretária de Estado dos EUA pede desfecho de Doha em resposta à crise
- Crise reduz valor do setor bancário em quase US$ 3 tri, diz estudo
- Receita já espera crescimento menor da arrecadação com crise
- Crise faz confiança dos industriais cair ao menor nível desde 2005
- Queda de juros entre bancos indica cenário melhor para retomada do crédito
Especial
- Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


Ele tem que ser usado de base para medir o poder de compra e quanto os governos estao inflacionando o mercado imprimindo dinheiro como querem.
O deficit publico mundial eh vergonhoso. Se imprime dinheiro para paga-lo e quem acaba pagando mesmo a conta eh o trabalhador via inflacao, ou desvalorizacao de seu dinheiro, principlamente no Brasil onde se ha somente uma moeda - pura ditadura economica.
avalie fechar
SO O FATO DA OPSIÇÃO PUNIR O GOVERNADOR SO AI VAI GANHAR VOTOS E MUITTOS VOTOS POIS O BRASILEIRO EM SUA MAIORIA E HONESTO SE REALMENTE O DEDO DURO DO DURVAL TENHA RAZÃO E SO DAQUI DOIS MESES PEDIR O SIGILO BANCARIO DELE E DA FAMILIA VAI TER UM DEDINHO CORTADO NESTA SUJEIRA E SO ESPARAR PARA VER
avalie fechar
A renda per capita da população seria importante no estudo da dívida?
avalie fechar