Tecnologia é arma para candidatos e eleitores nos EUA
MAGGIE SHIELS
da BBC
Nunca na história de uma eleição a tecnologia foi tão utilizada como arma de campanha para levantar fundos, angariar voluntários e, esperamos, divulgar os resultados o mais rápido possível, como esta. Mas não só os candidatos, como também os eleitores, estão lançando mão da tecnologia como forma de garantir que seu voto seja contado e suas vozes sejam ouvidas.
Os dois principais serviços que estão sendo postos à prova no momento são o YouTube e o blog Twitter. O fluxo de comentários dos usuários é tamanho no site election.twitter.com que é difícil acompanhar o ritmo das publicações. "Acabo de receber a quarta ligação da campanha de Obama. Sim, nós podemos", diz uma internauta, em alusão ao tema de campanha do candidato democrata.
No site twittervotereport.com é possível assistir ao vivo a vídeos postados por eleitores com acontecimentos da votação antecipada. "Há uma fila enorme no North Liberty Community Center [em Iowa]", diz o eleitor Nick Bergus. A votante Sarah Braun contribuiu para os comentários acrescentando: "Já votei na mesa da minha cozinha há semanas e já depositei minha cédula na urna. Oregon [Estado] é maravilhoso".
Tais comentários dão uma idéia do clima entre eleitores, além da sensação de estar no centro dos acontecimentos. É claro que esta é uma visão de determinado tipo de eleitor e de uma certa parte do país, ficando difícil imaginar o que um pequeno plantador de batatas do interior do Estado de Idaho tem a dizer.
Da mesma forma, o YouTube traz apenas um ponto de vista de uma fatia específica do eleitorado, mas provavelmente se tornará uma das principais formas de expressão dos votantes.
Em um dos seus sites parceiros VideoYourVote eleitores colocam imagens do momento em que votaram. Idealizadores de iniciativas como esta dizem querer captar "a excitação, energia na hora do voto", além dos problemas que possam surgir, como longas filas de espera e urnas quebradas.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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