Israelense que promove diálogo com palestinos deixa fronteira
DANIEL GALLAS
da BBC
Uma israelense que faz parte de um grupo de pessoas que pregam o diálogo entre palestinos e israelenses na fronteira de Gaza teve de deixar a casa e mudar para Jerusalém, devido ao conflito. A psicóloga Naomi Benbassat vive na comunidade israelense de Moshav Ein Hab-sor, a 5 km da fronteira da faixa de Gaza.
Ela faz parte do grupo Other Voice (www.othervoice.org), que há oito anos estimula o diálogo entre as famílias que vivem dos dois lados da fronteira. O objetivo do grupo é fazer com que israelenses e palestinos criem laços de amizade que possam levar à paz na região.
Naomi repassou à BBC Brasil relatos de uma mãe e sua filha que estão em uma das áreas atacadas por Israel na Cidade de Gaza. Nour, 14, conta como ficou sabendo da morte de uma amiga próxima. A mãe, Nirmeen, fala da culpa que sente por não conseguir proteger seus filhos.
Filhos em perigo
A israelense Naomi e os dois filhos deixaram a pequena comunidade de Moshav Ein Hab-sor --que tem pouco mais de mil habitantes-- na semana passada, logo que começou o conflito entre Israel e o grupo palestino Hamas. Ela se mudou para Jerusalém, para a casa dos seus pais, e só pretende voltar à sua comunidade quando entrar em vigor um cessar-fogo.
Ela conta que a cidade é "um lugar ótimo" e que, entre junho e novembro passados, a vida na cidade foi tranquila, devido ao cessar-fogo do Hamas. No entanto, em dezembro, os militantes palestinos voltaram a jogar foguetes contra as cidades israelenses do outro lado da fronteira.
"Não é possível viver uma vida normal quando existe uma ameaça tão grande toda a hora, especialmente quando se tem filhos. As crianças tinham muito medo e passavam a maior parte do tempo dentro de um abrigo antibombas", disse Naomi por telefone à BBC Brasil.
O maior problema, segundo ela, é a insegurança dos filhos, que estudam em uma escola que fica muito próxima da fronteira com a faixa de Gaza. "Meus filhos estão bem. Esta viagem [para Jerusalém] está sendo como umas férias para eles, pois eles não estão indo à escola. Mas nós queremos voltar à nossa vida normal."
Crítica
Ela conta que muitas pessoas da fronteira também decidiram deixar as suas casas durante o conflito. Desde que começou a operação militar de Israel, Naomi não tem conseguido manter contato direto com seus amigos da faixa de Gaza, mas seus colegas do grupo Other Voice têm repassado a ela os relatos que vêm dos palestinos.
"O que posso dizer é que a situação está muito, muito, muito difícil lá em Gaza."
Naomi é crítica da operação de Israel no território palestino. "Eu acredito que a única solução seja através do diálogo, não da violência. Eles [das Forças Armadas de Israel] entraram lá sem tentar negociar primeiro, então eu acho que foi errado desde o começo. O que está acontecendo agora é terrível", afirmou a ativista israelense.
"Depois da operação, nós ainda seremos vizinhos e teremos de conviver uns com os outros."
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adoro aqueles que adoram governantes desses paises
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O senhor acha graça nas coisas que escreve?
O senhor escreve falÇo com cedilha.
Eu não acho engraçado isto. Eu acho triste. Isto se aprende no pré-primário; aos seis anos. Porque o senhor não entra nos foruns de portugues?
O senhor acha graça nos discursos de Lula? encontra sabedoria no que ele fala?
Eu fico triste cada vez que vejo o presidente de meu país - GRAÇAS A DEUS ESTÁ ACABANDO O GOVERNO DESTA TURMA - falar alguma asneira do tipo...a ligação das torres de "energias" estão ligadas pois estão interligadas.
Isto não é engraçado nem um pouco.
Relaxa e goza quando tem apagão em aeroporto também não é nada engraçado. também não vejo graça no ministro LOBÂO falar que o assunto está encerrado; não vejo graça na peruca feia dele; Não vejo graça em ver o Sarney e o lula abraçados com o Collor.
Outro dia vi o programa "A praça é nossa". popularesco, simplório. MAS MUITO ENGRAÇADO E INOFENSIVO. Não acrescenta cultura nenhuma, MAS ELES NÃO USAM NOSSOS IMPOSTOS PARA FALAR OU FAZER ASNEIRAS.
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