BC anuncia crédito de até US$ 20 bi para empresas com dívidas em dólar
da BBC Brasil, em Nova York
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, anunciou nesta quarta-feira, em Nova York, novas medidas para dar maior liquidez a bancos que fornecerem crédito para empresas brasileiras com dívidas em dólar. O programa terá início neste mês e deve prosseguir até o final de 2009.
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"Todas as empresas brasileiras que têm empréstimos vencendo no exterior vão ter também acesso aos recursos das reservas que serão aplicadas em bancos que emprestarem exclusivamente para essas empresas", disse o presidente do Banco Central.
Segundo Meirelles, "o compromisso do governo brasileiro é de repor aquela parcela do crédito internacional que foi cortada para todos os países --inclusive para o Brasil-- visando preservar a economia brasileira desse efeito importante da crise internacional".
O programa deve começar a operar até o final de janeiro, e a estimativa de seu volume é de cerca de US$ 20 bilhões.
Empregos
O presidente do Banco Central, que participou de reunião organizada pela Câmara Brasileira-Americana de Comércio, afirmou que o governo tem tomado medidas importantes para ajudar a exportação brasileira. "O Banco Central do Brasil já tem feito uma série de leilões onde empresta recursos aos bancos para uso exclusivo em financiamento de exportação", disse Meirelles.
"Só se pode tomar este recurso do Banco Central se for para financiar exportação, e esses contratos de exportação são oferecidos ao Banco Central como garantia", acrescentou. "Portanto, é um empréstimo completamente direcionado."
Segundo Meirelles, o governo também está estudando medidas para aumentar o nível de emprego, mas elas devem ser anunciadas posteriormente. O presidente do Banco Central almoçaria na tarde desta quarta-feira no Federal Reserve (o banco central americano) e, em seguida, partiria para Cancún, no México, onde se reunirá com investidores.
De lá, Henrique Meirelles segue para Miami e volta para o Brasil no final da semana.
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O brasileiro sempre fora esfolado via impostos.
Aqui, exeto qdo colônia e império, a carga tributária esteve sempre diretamente ligada a rolagem da dívida pública.
De D. Pedro até Itamar A dívida pública alcançou o montante de 80 Bi.
Foram 5 séculos pra atingir esse patamar (sem TROCADILHOS: até ITAMAR).
Ao fim disso a carga atingiu 24% do pib
O quinto dos infernos já tava no QUARTO do inferninho ( ou quase isso).
EXPRESSÃO "QUINTO DOS INFERNOS", que nascera qdo colônia, teve seu ápce, recentemente.
Pós Itamar, conduzido, pelas suas mãos, fomos agraciados com a era apagônica. vulgo era fhc.
Surfou na boa onda do planos real que nascera no governo ITAMAR, arquitetado pelo economista-acadêmico BACHA e sua equipe, lançado sob RÍCUPERO como ministro da fazenda.
Como dito, surfou no 1º mandato.
Em seu 2º mandato, achando que surfaria por sua própria onda: naufragou:
Passamos a ter 2 quintos (dos infernos).
Pós desmandos administrativos em infra-estrutura e política fiscal/monetária a proer ops proeza:
a dívida pública EXPLODIU dos 80 Bi, pra
950 Bi. fez em 4 anos o que não se conseguiu fazer em 5 séculos.
CARGA TRIBUTÁRIA saiu de 24 pra quase 40% do pib potanto: 2 QUINTOS.
NÃO É UM INFERNO?
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