BBC Brasil
09/07/2009 - 08h13

Em reunião do G8, Lula dá camisa da seleção a Obama

ROGÉRIO WASSERMAN
enviado especial da BBC Brasil a Áquila

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou o encontro com o presidente americano, Barack Obama, durante a cúpula do G8 em Áquila na Itália para cumprir uma promessa feita na véspera da reunião.

Lula entregou a Obama uma camiseta da Seleção brasileira autografada por todos os jogadores que foram campeões da Copa das Confederações na África do Sul no mês passado.

Os Estados Unidos foram adversários do Brasil na final da Copa. Apesar de terminarem o primeiro tempo do jogo com uma vantagem de 2 a 0, os americanos acabaram derrotados pelos brasileiros por 3 a 2.

Haraz N. Ghanbari/AP
Presidente Barack Obama recebe camisa da seleção de presente do colega brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente Barack Obama recebe camisa da seleção de presente do colega brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva

No dia anterior ao encontro com Obama, Lula havia brincado dizendo que a Seleção conseguiu virar o jogo e vencer os Estados Unidos usando o lema da campanha de Obama à Presidência.

"O Obama apareceu na televisão dizendo "Nós podemos, nós podemos" e quase que a seleção dos Estados Unidos ganha da gente, mas quando estava 2 a 0 para eles eu comecei a dizer "Nós podemos, nós podemos", e a seleção brasileira ganhou", brincou Lula.

Na quarta-feira, Lula já havia distribuído camisas da seleção brasileira após uma reunião do G5 (grupo dos países emergentes formados por Brasil, China, Índia, África do Sul e México). O G5 participa como convidado da cúpula do G8, o grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia.

Além de Obama, Lula prometeu ainda entregar camisas da seleção brasileira ao premiê da Itália, Silvio Berlusconi, e ao presidente do Egito, Hosny Mubarak, cujos países também foram adversários do Brasil na Copa das Confederações. O líder egípcio também participa como convidado da cúpula do G8.

Comentários dos leitores
Liliane Garcia (2) 06/11/2009 00h23
Liliane Garcia (2) 06/11/2009 00h23
A questão não é o fato do Obama defender o seu país e sim, dar continuidade a uma política de intervenção no país alheio, o que não é nada democrático, logo eles que "prezam" tanto pela democracia. Por qual motivo? Eu também lamento o atentado ocorrido no 11 de setembro, porém, acredito que isso não justifica a invasão estadunidense. Assim como no World Trade Center, no Afeganistão havia e ainda há muitos civis inocentes, sendo eles também vítimas das atrocidades cometidas por ambas as partes. O atentado terrorista provavelmente ainda servirá por muito tempo para justificar uma invasão que não tem justificativa para aqueles que se tornaram vítimas do horror da guerra. sem opinião
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Sergio Busato (2) 04/11/2009 21h40
Sergio Busato (2) 04/11/2009 21h40
Concordo com o Elton Lancini e também gostaria de recomendar o livro "O Império Americano - Hegemonia ou Sobrevivência" do author Noam Chomsky. sem opinião
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Marcio Alves Vieira (113) 04/11/2009 19h39
Marcio Alves Vieira (113) 04/11/2009 19h39
Parabéns ao Sr. Armando Spataro, o resto é balela. 1 opinião
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