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Chile detecta e controla surto de gripe suína em perus
da BBC Brasil
O Serviço Agrícola e Pecuário do Chile (SAG, na sigla em espanhol) detectou a presença do vírus H1N1, da gripe suína, em perus de duas granjas da região de Valparaíso.
Segundo o governo chileno, a descoberta será comunicada à Organização Mundial de Saúde Animal.
Em uma nota publicada no site do governo na internet, as autoridades afirmam que foram adotadas as medidas de precaução destinadas a evitar a transmissão da doença e garantir a saúde da população.
De acordo com o governo, o SAG identificou o vírus depois que a empresa produtora de perus Sopraval comunicou ao órgão, no último dia 13, uma queda na produção de ovos em duas granjas da região central, perto de Santiago.
As autoridades investigaram o caso e determinaram a quarentena em todo o local, aumentaram a segurança dos funcionários e das instalações e fixaram controles de movimento das aves.
Na quarta-feira, no entanto, o governo descartou que as aves estariam contaminadas com o vírus H5N1, comum aos animais. Na quinta-feira, as autoridades identificaram que o vírus que teria infectado os perus seria o H1N1, da gripe suína.
Apesar disso, o SAG afirmou que as pessoas podem "consumir com absoluta confiança e tranquilidade" os produtos derivados da carne de peru.
"A aplicação dos protocolos e das medidas de prevenção e controle, de acordo com as recomendações das agências internacionais, permitem garantir que a carne de peru e os produtos derivados comercializados no mercado interno e internacional são totalmente aptos para consumo", diz a nota emitida pelo governo.
Na quarta-feira, Ministério da Saúde do Chile informou, em um relatório, que o número de mortes causadas pela gripe A (H1N1) subiu para 116 no país.
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A vacina contra o vírus Influenza A (H1N1) foi testada antes de ser utilizada na população e, aqui no Brasil, ela é aprovada pela Anvisa. Seus efeitos colaterais possíveis, até o momento, são: dor no local da aplicação da injeção, febre, dor de cabeça ou nos músculos e articulações. Esses sintomas costumam ser leves e duram 1 ou 2 dias. Raramente, podem ocorrer reações alérgicas como inchaços, asma ou alguma reação mais forte, por conta de hipersensibilidade aos componentes da vacina.
Mais informações: fernanda.scavacini@saude.gov.br
Atenciosamente,
Ministério da Saúde
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Mais da metade dos médicos N. Amer. não tomaram a vacina "MEDO DE EFEITOS COLATERAIS".
Aos que aqui voriferam os "benefícios" da vacina, estejam a vontade, podem tomá-la, alguns laboratórios estão a procura de "voluntários". :0)
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